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Avião solar que completou volta ao mundo cai no mar

Avião solar Solar Impulse 2 cai no Golfo do México durante voo autônomo de oito dias; modificado para monitoramento marítimo, sem tripulação

Nesta imagem divulgada por Jean Revillard, o Solar Impulse 2, avião movido a energia solar pilotado pelo pioneiro suíço André Borschberg, sobrevoa as pirâmides antes de pousar no Cairo, em 13 de julho de 2016, em Gizé, Egito
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  • O Solar Impulse 2 caiu no Golfo do México durante voo não tripulado de oito dias, segundo a Skydweller Aero.
  • A aeronave despencou no mar após perder energia elétrica, supostamente por condições climáticas adversas sobre o golfo.
  • Não houve vítimas, pois o voo era autônomo e não havia tripulantes a bordo.
  • Em 2016, o Solar Impulse 2 completou a primeira circunavegação da Terra movido apenas a energia solar, percorrendo 43 mil quilômetros.
  • A aeronave foi vendida à Skydweller Aero três anos depois e modificada para monitoramento marítimo e missões de vigilância, tornando-a autônoma; o acidente é investigado pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos.

O Solar Impulse 2 caiu no Golfo do México durante um voo não tripulado de oito dias movido a energia solar. A aeronave despencou sobre o mar após suposta pane elétrica causada por condições climáticas adversas. Não houve tripulantes a bordo e, portanto, ninguém ficou ferido.

A Skydweller Aero informou que o avião operava de forma autônoma no momento da queda. O decolagem ocorreu em Stennis, no Mississippi, em 26 de abril, para exercícios ligados à marinha dos Estados Unidos. O voo chegou ao oitavo dia e 14 minutos quando o incidente ocorreu.

Contexto e histórico

Em 2016, o Solar Impulse 2 ficou famoso por completar a primeira circunavegação da Terra apenas com energia solar, percorrendo cerca de 43 mil quilômetros sob pilotos suíços Bertrand Piccard e André Borschberg. Três anos depois, a aeronave foi vendida à Skydweller Aero, que a modificou para monitoramento marítimo e missões de vigilância, com operação autônoma.

A empresa destacou que o exemplar atual não é o mesmo que realizou a façanha de 2016, sinalizando profundas alterações para usos militares. O acidente é alvo de investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos.

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