- No começo de maio, um cruzeiro que partiu de Ushuaia, na Argentina, informou a morte de três passageiros, com suspeita de hantavírus e a possibilidade de transmissão de humano para humano na versão Andes.
- Um estudo de 2018, publicado no New England Journal of Medicine, descreveu 34 casos e 11 mortes em El Bolsón, Patagônia Argentina, com a transmissão entre pessoas ocorrendo em diferentes etapas da cadeia de contato.
- Pesquisas posteriores divergiram: um estudo de 2021, com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde e da Unicamp, questiona a transmissão humano a humano do hantavírus Andes, enquanto o debate sobre o tema continua entre especialistas.
- A narrativa sobre vacinas e hantavírus inclui a alegação de que a Pfizer列表 incluiria hantavírus em eventos adversos, argumento que o texto contesta; o New York Times aponta transmissão entre humanos como rara e não indicando pandemia, com historical de menos de dez casos por ano nos EUA.
- Dados adicionais citados incluem cerca de oitocentos e noventa casos de hantavírus nos EUA desde 1993, relatos sobre a vacina de RNA mensageiro da Moderna em parceria com a Coreia do Sul, e estudos sobre cloroquina como possível medicamento preventivo em animais, com cautela diante da incerteza científica.
No início de maio, um cruzeiro que partiu de Ushuaia, Argentina, informou a morte de três passageiros. As vítimas teriam sido contaminadas pelo hantavírus, transmitido geralmente por ratos. O debate atual questiona a possibilidade de transmissão entre humanos, conhecida em casos específicos.
Especialistas destacam que a transmissão entre pessoas não é nova, tendo sido descrita em 2018 no estudo publicado pelo New England Journal of Medicine, envolvendo um surto na Patagônia argentina. A taxa de letalidade ficou em evidência na época, com casos de transmissão em cadeia.
Entre os detalhes estudados, a investigação de El Bolsón mostrou múltiplos casos secundários a partir de um único evento, com um paciente índice participando de uma festa. A análise apontou potencial transmissão por gotículas ou aerossol em ambiente de aglomeração.
Alguns especialistas contestam a conclusão de transmissão humano a humano, citando limitações de tempo de incubação e a possibilidade de contaminação no evento inicial por outros ratos. Estudos adicionais passaram a avaliar a robustez dessas evidências.
Um estudo de 2021, com participação de pesquisadores da Organização Pan-Americana da Saúde e da Unicamp, questiona a assertiva de transmissão entre pessoas a partir do estudo anterior. A divergência mantém o debate científico aberto.
Quanto ao papel de vacinas, a cobertura jornalística internacional aponta que a incidência de hantavírus nos EUA permanece baixa, com cerca de 890 casos desde 1993. Não há consenso sobre associação direta entre vacinas e infecção pelo hantavírus.
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