- O trecho do Tietê que corta Salto, no interior de São Paulo, está coberto por espuma desde quarta-feira, 13, causada pelo lançamento de detergentes, matéria orgânica e produtos químicos sem tratamento.
- A Cetesb afirmou estar monitorando a situação e realizando fiscalização contínua na região; a estiagem recente, seguida das chuvas de domingo, contribuiu para o aumento da vazão da água.
- Em Salto, pontos com grande movimentação de água podem favorecer a formação de espuma em alguns trechos; o município aponta que o problema ocorre todo ano.
- A administração municipal disse acompanhar o caso em reuniões de comitês da bacia e outras entidades que discutem soluções para a qualidade das águas do Tietê.
- O Tietê, com 1.100 quilômetros de extensão, é o maior rio do estado e nasce em Salesópolis, desaguando no rio Paraná em Itapura, sofrendo com despejos sem tratamento há décadas.
O trecho do Tietê que atravessa Salto, interior de São Paulo, está coberto por espuma desde a quarta-feira, 13. A espuma resulta do lançamento de produtos tóxicos no leito do rio sem tratamento prévio. A situação foi constatada no cenário local.
A Cetesb informou que monitora o episódio e mantém fiscalização contínua na região. Segundo o órgão, a estiagem dos dias anteriores, seguida pelas chuvas no domingo, contribuiu para o aumento da vazão da água no Tietê.
No município, pontos com maior movimentação de água podem favorecer a formação de espuma em alguns trechos. A prefeitura afirmou que o problema ocorre anualmente e depende de poluição lançada na região metropolitana.
Cenário atual e ações da gestão
Salto disse acompanhar a situação e participa de reuniões nos Comitês da Bacia e outros grupos discutindo soluções para melhorar a qualidade das águas do rio. O Tietê tem 1100 km de extensão, ligando Salesópolis a Itapura, onde deságua no Paraná.
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