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EUA monitoram 41 pessoas por hantavírus

EUA monitoram 41 pessoas por hantavírus ligado ao surto no cruzeiro MV Hondius; monitoramento inclui repatriados, passageiros e contatos indiretos, segundo o CDC

Passageiro do cruzeiro MV Hondius, afetado por um surto de hantavírus, é colocado em ônibus após desembarque em porto em Tenerife, na Espanha
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  • Os Estados Unidos dizem que 41 pessoas estão sendo monitoradas por possível exposição ao hantavírus após o surto a bordo do cruzeiro MV Hondius, conforme o CDC.
  • O grupo inclui repatriados, outros passageiros do cruzeiro e contatos indiretos, com monitoramento em diversas regiões.
  • Inicialmente eram monitoradas 18 pessoas repatriadas; na segunda-feira, 17 americanos e um britânico com dupla nacionalidade foram trazidos das Ilhas Canárias para os EUA.
  • Estados como Geórgia, Texas, Arizona, Califórnia, Virgínia e Nova Jersey acompanham desembarques ou exposições associadas ao navio.
  • Do grupo de repatriados, 16 foram encaminhados ao Centro Médico da Universidade de Nebraska; outras duas pessoas foram levadas para a Universidade Emory, em Atlanta, com um dos passageiros sintomático e em unidade de biocontenção. A quarentena recomendada é de seis semanas.

No mercado norte-americano, os EUA informaram que 41 pessoas estão sendo monitoradas por possível exposição ao hantavírus associada ao surto a bordo do cruzeiro MV Hondius. A atualização foi anunciada pelo CDC nesta quinta-feira, 14 de maio.

Inicialmente, 18 passageiros repatriados eram monitorados. Na segunda-feira, autoridades disseram que 17 americanos e um britânico com dupla nacionalidade foram trasladados aos EUA a partir das Ilhas Canárias, após a confirmação do surto.

O aumento no contingente ocorre para acompanhar contatos indiretos ligados ao surto. Estados como Geórgia, Texas, Arizona, Califórnia, Virgínia e Nova Jersey participam da vigilância de quem desembarcou do navio na costa africana ou pode ter tido exposição.

Segundo Brendan Jackson, especialista do CDC em patógenos de alto risco, as autoridades estaduais acompanham sintomas, temperatura e outros sinais diariamente. A quarentena indicada é de seis semanas.

Entre os repatriados, 16 foram encaminhados ao Centro Médico da Universidade de Nebraska, que tem infraestrutura para doenças infecciosas de alto risco. Outras duas pessoas foram para a Emory University, em Atlanta, em tratamento ou observação.

Segundo as informações oficiais, trata-se de um casal. Um dos passageiros estava com sintomas; o segundo permaneceu assintomático. O hospital relata que o paciente sintomático está em unidade de biocontenção, enquanto o colega segue sob observação.

Acompanhamento e desdobramentos

As autoridades ressaltam a continuidade da vigilância para identificar novas exposições e atualizar o número de monitorados conforme o desdobramento do surto. Não há informações sobre novas internações além das já anunciadas.

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