- A Agência Pernambucana de Águas e Clima alertou, na quinta-feira, 14 de maio, sobre riscos de contato com caramujos e com o muco que eles deixam, que podem transmitir doenças e contaminar superfícies.
- A espécie mais comum no Brasil é o caramujo africano, Achatina fulica, considerada exótica e invasora no país.
- O molusco, introduzido por décadas atrás em busca de alternativa ao escargot, hoje se disseminou por estados brasileiros, com altas densidades em áreas urbanas e rurais.
- O exemplar pode produzir em média duzentos ovos por postura e se reproduz mais de uma vez ao ano, favorecendo sua população.
- Para se proteger e remover os animais, a orientação é: não usar sal; usar luvas, mergulhar em água com água sanitária por 24h, descartar em sacos bem fechados e espalhar cal no local; durante a chuva, manter quintais limpos e sem lixo.
O período de chuvas trouxe alertas de saúde pública, entre eles a infestação de caramujos que podem transmitir doenças e contaminar superfícies. O aviso foi divulgado pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) na quinta-feira, 14 de maio, em Pernambuco.
A espécie mais comum no Brasil é o caramujo africano, também chamado de caracol africano (Achatina fulica). Segundo o Instituto Oswaldo Cruz, o molusco é exótico e invasor no país, com alta capacidade de reprodução e dispersão.
Pesquisadores destacam que, em ambientes urbanos, as populações são densas e podem destruir hortas e jardins. Um exemplar pode produzir cerca de 200 ovos por postura e reproduzir mais de uma vez ao ano.
Cuidados recomendados
- Não utilize sal para eliminar caramujos.
- Use luvas para a remoção e translado seguro.
- Coloque os animais em água com água sanitária por 24h.
- Descarte em sacos bem fechados e espalhe cal no percurso.
- Em dias de chuva, mantenha quintais limpos, sem lixo ou entulho.
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