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Pediatra explica o papel dos suplementos no 1º ano do bebê

Pediatra destaca que vitaminas e minerais não substituem alimentação; orientação médica é essencial para evitar disfunções e dosagens inadequadas

Quando o bebê completa 1 ano, o Ministério da Saúde recomenda nutrientes como vitamina D e ferro
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  • Aos 12 meses, a alimentação sólida ganha importância, mas nem sempre supre todas as necessidades nutricionais, o que leva à suplementação de vitaminas e minerais.
  • Os nutrientes mais comuns indicados são vitamina D e ferro; em regiões de maior risco nutricional, a vitamina A em megadose pode ser indicada aos seis meses.
  • Também há sugestões internacionais de suplementar zinco e ômega-3, com avaliação individual de cada criança; a amamentação prolongada pode reduzir a necessidade de suplementos.
  • A suplementação não substitui uma alimentação saudável; deve complementar o que a alimentação não fornece.
  • O uso inadequado pode trazer riscos como intoxicação, alteração na absorção de nutrientes e disbiose; busque orientação médica antes de iniciar qualquer suplemento.

Nos próximos meses, o bebê que completa 1 ano passa por uma fase de transição nutricional. A alimentação sólida ganha importância, mas nem sempre supre todas as necessidades. Por isso, a suplementação aparece em consultórios pediátricos para prevenir deficiências.

A discussão é conduzida pela pediatra Rakel Evangelista, especialista em saúde da família. Ela aponta que vitamina D e ferro são os nutrientes mais comuns indicados, conforme orientação do Ministério da Saúde. Em regiões de maior risco, pode entrar vitamina A em megadose aos seis meses.

Segundo a médica, há evolução nas recomendações internacionais, que incluem zinco, ômega 3 e avaliação individual de cada criança. A suplementação deve acompanhar a dieta e o histórico de alimentação da família.

Amamentação e suplementação

A amamentação contínua após o primeiro ano influencia a necessidade de suplementos. Quando ocorre exclusão de leite materno aos seis meses e introdução complementar, os perfis vitamínicos tendem a melhorar, reduzindo a demanda por doses adicionais.

Importância da orientação médica

Não substitui alimentação saudável nem hábitos de vida. A suplementação precisa ser orientada por um pediatra, para evitar intoxicação, comprometimento da absorção ou alterações da microbiota intestinal.

Sinais de alerta

Deficiências podem se manifestar por infecções frequentes, queda de cabelo, coceira na pele, unhas frágeis e sonolência excessiva diurna. Caso apareçam, é essencial buscar avaliação profissional para ajustar ou interromper suplementos.

Cuidados e decisões individuais

O pediatra pode indicar opções manipuladas ou industrializadas, sempre com dose adequada à idade e ao estado de saúde. Automedicação é desencorajada, diante dos riscos de uso indevido.

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