- Marcelo Tas e Rita Von Hunty participaram de painel no São Paulo Innovation Week, na Arena Pacaembu, na quarta-feira, dia 13, discutindo possibilidades da IA.
- O debate, intitulado Sem Provocação Não Há Inovação, teve mediação da escritora Paula Taitelbaum.
- Tas afirmou que não há avanço tecnológico sem o olhar humano e destacou a importância de ouvir o corpo.
- Von Hunty alertou para automação avançada na produção científica, citando exemplos em Cingapura e leis na China sobre demissões por automação, além de debates sobre renda básica.
- Ela aponta o futuro como resultado das disputas do presente e defende a importância de provocar para direcionar o caminho da tecnologia.
Marcelo Tas e Rita Von Hunty participaram de um painel sobre inteligência artificial no São Paulo Innovation Week, na Arena Pacaembu, na última quarta-feira, dia 13. O encontro, intitulado Sem Provocação Não Há Inovação, contou com a mediação de Paula Taitelbaum. O objetivo foi discutir os impactos da IA e a atuação humana no avanço tecnológico.
Tas destacou a importância do olhar humano para a inovação. O apresentador lembrou a evolução da IA, citando ferramentas como o ChatGPT, Claude e tecnologias chinesas, e afirmou que o avanço depende da presença humana e de um novo relacionamento entre tecnologia e sociedade.
Von Hunty trouxe um viés crítico, alertando sobre automação promovendo mudanças na produção científica e possíveis impactos no mercado de trabalho. Ela mencionou iniciativas na China e nos EUA, incluindo discussões sobre renda básica para trabalhadores afetados pela automação.
O debate reuniu também o intérprete Guilherme Terreri, que comentou sobre a diversidade de visões e o papel da educação na compreensão das mudanças tecnológicas. Os participantes discutiram cenários futuros e a necessidade de manter a curiosidade e a responsabilidade social na inovação.
Panorama do tema
- Tas enfatizou a necessidade de ouvir o corpo e manter o equilíbrio entre tecnologia e humanidade.
- Von Hunty ressaltou preocupações com o aumento da concentração de poder econômico e a possibilidade de “técnico-feudalismo” no futuro.
- A discussão abordou políticas públicas e educacionais para enfrentar a transição tecnológica sem excluir pessoas.
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