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Caso de cruzeiro com hantavírus não representa risco para o Brasil, afirma Padilha

Casos de hantavírus em cruzeiro não representam risco de transmissão no Brasil, diz Padilha; Brasil registra uma morte e sete casos, com tendência de queda

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em agenda nesta sexta-feira (15)
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  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que os casos de hantavírus identificados no navio Hondius não representam risco de disseminação no Brasil.
  • Em 2026, o país registra até o momento um óbito e sete casos confirmados, com tendência de redução segundo o Ministério da Saúde.
  • Desde 1993, foram confirmados 2.412 casos e 926 óbitos no Brasil; em 2025 houve 35 casos e 15 óbitos, menor número da série recente.
  • Em Minas Gerais, um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, morreu após diagnóstico da doença; no Paraná, há confirmação de dois casos e onze em investigação.
  • A Organização Mundial da Saúde confirmou cinco casos no cruzeiro Hondius; a transmissão entre pessoas é considerada limitada e ocorreu em ambiente de cruzeiro, com três mortes registradas durante a viagem.

Em 2026, o Brasil registra um óbito e sete casos de hantavírus, efeito que aponta tendência de queda segundo o Ministério da Saúde. O caso envolvendo o navio de cruzeiro MV Hondius é tema de esclarecimento das autoridades.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou em coletiva que as contaminações a bordo não representam risco de transmissão no Brasil. Ele ressaltou que a cepa Andina nunca circulou no país.

Segundo Padilha, a hantavírus no Brasil tem histórico anual de 50 a 70 casos, e o episódio do Hondius não muda esse padrão. A OMS também acompanha o desfecho internacional.

Surto em alto-mar

A Organização Mundial da Saúde confirmou, nesta semana, cinco casos a bordo do Hondius, com transmissão entre pessoas no navio. O navio partiu de Ushuaia, na Argentina, com destino a Cabo Verde.

A Secretaria de Saúde descreve o risco como limitado a contatos próximos e prolongados. Ambientes fechados de cruzeiros aumentam a necessidade de monitoramento e prevenção.

Casos no Brasil

Desde 1993, o Brasil soma 2.412 casos e 926 óbitos pela hantavírus até dezembro de 2025. Em 2025 foram registrados 35 casos e 15 óbitos, menor desde o início da série recente.

Em Minas Gerais, um homem de 46 anos morreu após contrair a doença, com histórico de contato com roedor em lavoura. A secretaria estadual afirma que não há motivo para alarme.

Medidas preventivas

A pasta recomenda evitar varrer áreas com poeira de roedores, ventilar o ambiente, umedecer o piso antes da limpeza e proteger alimentos e resíduos. As ações visam reduzir o risco em áreas rurais.

A Secretaria Estadual da Saúde reforça que a hantavirose não é transmitida entre pessoas comumente, e que profissionais de saúde estão treinados para identificar e tratar a doença rapidamente.

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