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José Dirceu é diagnosticado com linfoma e recebe acompanhamento médico

José Dirceu permanece internado em São Paulo após diagnóstico de linfoma; tratamento depende do tipo e do estágio da doença

Linfomas englobam diversos tipos de cânceres sanguíneos, entenda mais sobre eles
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  • O ex-ministro José Dirceu, pré-candidato a deputado federal pelo PT, está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o último domingo, após diagnóstico de linfoma.
  • O linfoma é câncer que afeta linfócitos e, geralmente, se desenvolve nos linfonodos.
  • Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), mais de 14 mil casos são registrados por ano no Brasil; em 2020 houve 4.357 mortes por linfoma não Hodgkin e 455 por linfoma de Hodgkin.
  • Em 15 de maio, Dia Mundial do Linfoma, reforça-se a importância da detecção precoce.
  • O tratamento varia conforme o tipo e estágio e pode envolver quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, com diagnóstico que inclui biópsia e exames de imagem.

José Dirceu, pré-candidato a deputado federal pelo PT, está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o último domingo. O boletim médico divulgado nesta sexta-feira (15) confirma diagnóstico de linfoma, câncer que afeta os linfócitos, células de defesa do organismo.

O linfoma geralmente se desenvolve nos linfonodos. O Inca estima mais de 14 mil novos casos por ano no Brasil. Em 2020, foram registradas 4.357 mortes por Linfoma não Hodgkin e 455 por linfoma de Hodgkin. Incidência brasileira é de cerca de 6 por 100 mil habitantes.

O que são linfomas

Os linfomas são tumores que surgem no sistema linfático, responsável pela defesa do corpo. Podem ser Hodgkin ou não Hodgkin, com padrões de disseminação diferentes. Existem mais de 20 subtipos de linfomas não Hodgkin.

Entre os tipos mais comuns estão o linfoma não Hodgkin difuso de células B e o linfoma folicular, que juntos representam parte significativa dos casos. A diversidade de subtipos exige diagnóstico preciso para orientar o tratamento.

Sinais, diagnósticos e fatores de risco

Principais sinais não Hodgkin incluem aumento indolor de gânglios no pescoço, axilas ou virilha, febre, suor noturno e cansaço. Sintomas variam conforme localização e estágio da doença. Exames como biópsia, tomografia e RM ajudam a confirmar o diagnóstico.

Em geral, não há fatores de risco conhecidos para todos os linfomas. Exposição a radiação, certos químicos, benzeno e vírus podem contribuir em alguns casos. A detecção precoce facilita o tratamento eficaz.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento é específico ao tipo e estágio do linfoma, podendo envolver quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou combinados. A escolha considera condições físicas e comorbidades do paciente, como doenças cardiovasculares ou pulmonares.

O diagnóstico definitivo exige avaliação histopatológica com imunohistoquímica para classificar o linfoma e indicar a terapêutica mais adequada. O acompanhamento médico é essencial para monitorar respostas e efeitos do tratamento.

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