- O asteroide 2026 JH2 passará próximo à Terra na segunda-feira, 18, a cerca de 90 mil quilômetros do planeta, equivalente a 24% da distância Terra–Lua.
- O tamanho estimado é entre 15 e 35 metros de diâmetro, similar a dois ônibus ou a uma quadra de basquete.
- A maior aproximação deve ocorrer por volta das 18h30, horário de Brasília; antes disso, o objeto também passará relativamente perto da Lua.
- Não há risco de colisão; o 2026 JH2 é um asteroide próximo da Terra, do tipo Apollo, que cruza o caminho da Terra.
- A observação terá transmissão ao vivo pelo Virtual Telescope, com possibilidade de observação por telescópios amadores em céu limpo.
Na próxima segunda-feira, 18, um asteroide recém-descoberto deverá passar muito próximo da Terra, sem risco de colisão. Batizado de 2026 JH2, ele deve cruzar o espaço a cerca de 90 mil quilômetros do planeta, distancia desprezível em termos cósmicos.
A aproximação ocorre por volta das 18h30, no horário de Brasília. O objeto tem tamanho estimado entre 15 e 35 metros de diâmetro, comparable a dois ônibus ou a uma quadra de basquete. Antes disso, deverá passar próximo da Lua.
Segundo especialistas, não há ameaça de impacto nem risco para satélites de GPS, internet ou transmissão de TV. O objeto pertence à categoria dos NEOs, que inclui asteroides e cometas que cruzam ou se aproximam da órbita terrestre, sendo 2026 JH2 um asteroide Apollo.
Detalhes da aproximação
A proximidade chamará atenção porque é incomum observar asteroides tão próximos em intervalos curtos. Contudo, cientistas alertam que manchetes alarmistas podem supervalorizar o risco. Objetos pequenos como 2026 JH2 são difíceis de detectar com antecedência.
À medida que se aproximar, o asteroide ficará mais brilhoso e poderá ser visto com telescópios amadores em céu claro. Observadores poderão acompanhar a passagem via transmissão ao vivo do projeto Virtual Telescope.
Aplicativos de observação astronômica também permitem rastrear a posição do asteroide no céu durante a passagem, ajudando a quem estiver interessado em acompanhar o fenômeno. As informações oficiais seguem sob monitoramento de agências e astrônomos independentes.
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