- O Ministério da Saúde vai oferecer no SUS um teste genético para detectar predisposição ao câncer de mama e de ovário em mulheres.
- O exame permite diagnóstico precoce e adoção de cuidados preventivos, e ficará disponível em até cento e oitenta dias.
- A notícia cita o caso de Joana, que teve câncer de mama aos 30 anos e percebeu um nódulo durante o autocuidado.
- O teste identifica mutações em genes associados ao aumento do risco e orienta tratamentos modernos e cirurgias preventivas.
- Além das pacientes, filhas e irmãs com herdabilidade da mutação também podem se beneficiar; o Inca prevê mais de setenta e oito mil novos casos anuais entre 2026 e 2028.
O Ministério da Saúde anunciou a implantação de um teste genético no Sistema Único de Saúde (SUS) para detectar predisposição ao câncer de mama e de ovário em mulheres. A medida tem como objetivo permitir diagnóstico precoce e a adoção de cuidados preventivos.
O exame deve ficar disponível no SUS em até 180 dias. A detecção de mutações nos genes associados ao aumento do risco serve para orientar tratamentos modernos e indicar intervenções preventivas, como cirurgias profiláticas quando cabível.
A iniciativa beneficia não apenas a paciente identificada, mas também filhas e irmãs que podem ter herdado a mutação. A estratégia visa ampliar a oferta de informações genéticas para familiares em risco.
Segundo estimativas do INCA, entre 2026 e 2028 podem ocorrer mais de 78 mil novos casos de câncer de mama no Brasil, o que faz da implementação no sistema público uma medida para tentar reduzir mortalidade e ampliar taxas de cura.
Com o teste no SUS, a expectativa é aumentar a identificação de indivíduos em risco, promover vigilância mais efetiva e apoiar decisões médicas baseadas em evidências para prevenção e tratamento.
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