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Transtorno de personalidade borderline: compreensão, sinais e tratamento

Transtorno de personalidade borderline causa relacionamentos voláteis e impulsividade; diagnóstico é desafiador e existe risco de autolesão ou suicídio

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  • Antoinette Del Rio, jovem de 20 e poucos anos, teve diagnóstico de transtorno de personalidade borderline em 2022, após relatos de relacionamentos voláteis, impulsividade e uso de substâncias.
  • O transtorno é marcado por instabilidade em relacionamentos, autoimagem e emoções, além de comportamento impulsivo e episódios de automutilação.
  • A estimativa é que o TPB afete cerca de 1,6% da população; o diagnóstico costuma ser confundido com bipolaridade, depressão e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.
  • Entre os sinais estão explosões de raiva, sensação de vazio, medo de abandono e hipersensibilidade a críticas ou rejeição, com oscilações rápidas de humor.
  • Mesmo sendo desafiador de tratar, há relatos de melhora com tratamento adequado, inclusive para pessoas com comorbidades como uso de substâncias e transtornos alimentares.

Antoinette Del Rio, hoje com 33 anos, foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline (TPB) em 2022. Até então, apresentava sucesso profissional na publicidade, viagens frequentes e vida social ativa.

Conforme o diagnóstico, havia uso excessivo de álcool e maconha como forma de enfrentar emoções, aliando gastos impulsivos a conflitos recorrentes com amigos. Relacionamentos pareciam alternar entre explosões e rupturas intensas.

Profissionais de saúde explicam que o TPB envolve instabilidade emocional, autopercepção volátil e dificuldade em aceitar ficar sozinho. O transtorno pode incluir impulsividade, automutilação e risco de suicídio, exigindo tratamento consistente.

O que é o TPB

Especialistas destacam que o TPB tende a ser confundido com transtornos como bipolar e depressão, dificultando o reconhecimento precoce. Estima-se que afete cerca de 1,6% da população, com sobreposição de sinais em diferentes condições.

Sinais comuns incluem raiva desproporcional, sensação de vazio e medo intenso de abandono. Pacientes costumam alternar entre momentos de bem-estar e crises emocionais, o que impacta relacionamentos.

Profissionais ressaltam que muitos pacientes dependem excessivamente de vínculos para manter a identidade. Mesmo com diagnóstico, o tratamento pode levar tempo e requerer abordagens integradas.

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