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Estrutura híbrida liga Suécia e Dinamarca com ilha artificial e túnel subaquático

Ponte de Øresund transforma-se em túnel submarino via ilha artificial Peberholm, liberando espaço aéreo para aeronaves e o estreito para navios

Estrutura híbrida que conecta Suécia e Dinamarca através de uma ilha artificial e túnel subaquático – Créditos: depositphotos.com / RicoK.
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  • A Ponte de Øresund é uma estrutura híbrida que conecta Suécia e Dinamarca por meio de ilha artificial e túnel subaquático, unindo Malmö e Copenhague.
  • A via suspensa desce e mergulha na água pela ilha artificial de Peberholm, abrindo caminho para o tubo submarino.
  • A ilha de Peberholm foi criada com material dragado do leito marinho, servindo de ponto de ancoragem e passagem para o túnel.
  • O trecho submerso Drogden possui quatro tubos paralelos: dois para carros, dois para trens, com galeria central de evacuação e sistemas de ventilação.
  • A obra aumenta a integração econômica da região, permitindo deslocamento diário entre os dois países sem interferência aérea ou marítima.

A estrutura híbrida que liga a Suécia e a Dinamarca pela conta entre viaduto, ilha artificial e túnel subaquático é conhecida como a Ponte de Øresund. Ela conecta Malmö, na Suécia, a Copenhague, na Dinamarca, facilitando o tráfego terrestre, marítimo e aéreo nas proximidades do estreito.

A transição da via suspensa para o tubo submerso ocorre na ilha artificial de Peberholm. O objetivo é liberar espaço aéreo para aeronaves e manter o tráfego marítimo na superfície sem interrupções para navios de grande porte.

A ponte foi projetada para não interferir na aproximação do Aeroporto de Copenhague, que fica perto da costa dinarmera. O túnel submerso também evita impactos na navegação durante a travessia.

Estrutura híbrida e função

A ilha de Peberholm foi criada com material dragado do leito marinho. Ela serve como ponto de ancoragem onde a ponte termina e a rampa do tubo submarino começa, estabilizando a passagem de carga.

Segundo a Institution of Civil Engineers, os principais desafios foram geológicos: uso de pedras e areia dragadas, preservação da fauna e proteção contra o gelo no inverno. Esses aspectos orientaram a construção.

O trecho estaiado suporta ventos fortes com cabos de alta tensão. Já o trecho submerso é formado por módulos de concreto rebocados e afundados com precisão. A operação visa manter eficiência logística.

Segurança e operação

O túnel Drogden possui quatro tubos: dois para veículos, dois para trens, mais uma galeria de evacuação. Um sistema de ventilação robusto evacua gases em emergências, mantendo o ambiente seguro em profundidade.

O consórcio responsável monitora a via de forma contínua. Sensores detectam umidade e possíveis infiltrações; a iluminação é adaptativa para facilitar a visão dos usuários ao sair do túnel.

A estrutura também oferece galerias de fuga pressurizadas para impedir a entrada de gases tóxicos. Tais recursos asseguram travessias diárias entre os dois países sem interrupções.

Impacto regional e integração econômica

A conclusão uniu Malmö e Copenhague em um polo econômico dinâmico, conectando mercados de trabalho entre os dois países. A linha férrea integrada facilita deslocamentos diários de residentes que trabalham em uma na outra cidade.

O projeto é apresentado como exemplo de cooperação transnacional e inovação em infraestrutura, mostrando como engenharia civil pode redesenhar fluxos comerciais e logísticos.

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