- Avanço de áreas naturais e desmatamento aumentam o risco de hantavirose no Brasil, especialmente em zonas rurais e de fronteira entre cidades e matas.
- A hantavirose é transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas pela urina, fezes ou saliva de roedores silvestres.
- A prevenção inclui evitar contato com ambientes fechados contaminados e umedecer o local antes da limpeza para não levantar poeira.
- A preservação ambiental é vista como medida importante para reduzir o risco da doença.
- A coluna Saúde e Meio Ambiente, com o professor Paulo Saldiva, é exibida toda segunda-feira às 8h na Rádio USP e também no YouTube.
A hantavirose avança em áreas naturais cada vez mais próximas de zonas rurais e de interfaces entre cidades e matas, aumentando o risco de transmissão no Brasil. O vírus é transmitido principalmente pela inalação de partículas de urina, fezes ou saliva de roedores silvestres, em ambientes contaminados.
O estudo e as informações citadas apontam que o desmatamento, queimadas e expansão agropecuária favorecem o contágio ao ampliar o contato entre roedores e populações humanas. A prevenção envolve evitar o contato com ambientes fechados contaminados e umedecer o local antes da limpeza para evitar a geração de poeira.
Professor Paulo Saldiva destaca a importância da preservação ambiental como medida adicional de redução do risco de hantavirose. A prática de umedecer ambientes antes da limpeza é apresentada como uma ação simples, porém eficaz, para reduzir a inalação de partículas.
Prevenção e boas práticas
- Evitar áreas com sinais de infestação de roedores.
- Umedecer o ambiente antes da limpeza para não levantar poeira.
- Usar EPIs adequados em trabalhos de limpeza em locais suspeitos.
- Manter áreas de armazenagem de alimento bem fechadas.
A coluna Saúde e Meio Ambiente, com o professor Saldiva, é veiculada toda segunda-feira às 8h na Rádio USP e no YouTube, com produção da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
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