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Chelsea Flower Show 2026 destaca jardins na saúde mental e na crise climática

Chelsea Flower Show 2026 destaca jardins que conectam saúde mental, crise climática e inovação tecnológica, com foco em sustentabilidade e participação pública

Desde 1913, anualmente o The Royal Hospital Chelsea recebe o Chelsea Flower Show
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  • O Chelsea Flower Show 2026 ocorre de 19 a 23 de maio no Royal Hospital Chelsea, em Londres, com o tema inovação consciente, abordando mudanças climáticas, biodiversidade, saúde mental e bem‑estar.
  • O festival, que acontece desde 1913, reúne tendências de paisagismo, exposições de plantas raras, shows gardens e distribui medalhas de ouro, prata e bronze.
  • O jardim The Eden Project: Bring Me Sunshine, assinado por Harry Holding e Alex Michaelis, tem pavilhão movido a energia solar, espelho d’água, capta e recicla água da chuva e usa vegetação tolerante ao sal.
  • The Tate Britain Garden, de Tom Stuart-Smith, destaca a relação entre arte, natureza e comunidade, incluindo Bicentric Form (1949), de Dame Barbara Hepworth, primeira obra da coleção britânica apresentada em jardim do Chelsea.
  • Silent No More, de Darren Hawkes, envolve esculturas e caminhos para promover conversas sobre saúde feminina; The Children’s Society Garden, de Patrick Clarke, funciona como refúgio urbano voltado à saúde mental de adolescentes.

O Chelsea Flower Show 2026, realizado no Royal Hospital Chelsea, em Londres, destacou o papel dos jardins na saúde mental, na crise climática e na inovação tecnológica. O evento, que vai de 19 a 23 de maio, reuniu jardins que unem bem‑estar, sustentabilidade e criatividade paisagística.

Entre os destaques, o jardim The Eden Project: Bring Me Sunshine, assinado por Harry Holding e Alex Michaelis, inspira‑se na Baía de Morecambe. O pavilhão funciona com energia solar e capta água da chuva, num sistema que utiliza blocos de calcário, materiais reaproveitados e vegetação tolerante ao sal.

The Tate Britain Garden, de Tom Stuart-Smith, enaltece a relação entre museus, público e aprendizado. No centro está Bicentric Form (1949), obra de Barbara Hepworth, pela primeira vez integrada a um jardim do Chelsea Flower Show, evidenciando a cooperação entre arte e natureza.

The Eden Project: Bring Me Sunshine também envolve uma ilha em forma de concha cercada por espelho d’água. A estrutura prioriza sustentabilidade, com captação de água e uso de materiais reciclados ao redor de espécies que resistem ao ambiente salino.

Interação entre arte, ciência e comunidade

O The Tate Britain Garden apresenta uma leitura de como museus podem manter espaços públicos de contemplação. O jardim busca conectar arte, natureza e comunidade, estimulando criatividade e aprendizado no contexto urbano.

O Silent No More, assinado por Darren Hawkes, usa esculturas e um caminho que convida à conversa sobre saúde feminina. Cores que mudam ao longo do percurso acompanham cinco esculturas representando diferentes tipos de câncer ginecológico.

Espaços de bem‑estar e saúde pública

The Children’s Society Garden, de Patrick Clarke, funciona como santuário urbano voltado a adolescentes. O projeto utiliza estruturas em aço reciclado e vidro artesanal, com foco em saúde mental e otimismo.

O Chelsea Flower Show 2026, ao combinar beleza com causas sociais, demonstra como jardins podem funcionar como plataformas de reflexão sobre clima, biodiversidade e bem‑estar. A programação mantém o foco em inovação consciente e impacto público.

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