- Altura de 23 metros quando aberta, peso total de 18 toneladas de aço e alumínio e diâmetro de 32 metros; está na Plaza das Naciones Unidas, no bairro Recoleta, em Buenos Aires.
- Projeta pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano em 2002, com sistema hidráulico e células fotoelétricas que acionam os motores para abrir as pétalas pela manhã e fechá-las ao anoitecer.
- A escultura fica no centro de um espelho d’água de 44 metros de diâmetro, que reflete a estrutura e funciona como barreira de proteção; à noite, há iluminação vermelha suave no interior quando as pétalas se fecham.
- Manutenção é desafiadora: movimentos exigem mecatrônica; a obra já ficou inativa por falhas no sistema hidráulico e por tempestades que danificaram as pétalas.
- Símbolo de renovação e esperança para a cidade, contrastando com a arquitetura europeia do bairro e representando “todas as flores do mundo”.
A Floralis Genérica, uma escultura cinética de 23 metros, fica na Plaza das Naciones Unidas, no bairro Recoleta, em Buenos Aires. O mecanismo faz as pétalas de aço inoxidável se abrirem ao amanhecer e se fecharem ao anoitecer, seguindo a luz do sol.
Projetada pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano em 2002, a obra utiliza um sistema hidráulico e células fotoelétricas. Sensores detectam a claridade e acionam motores que movem as seis pétalas durante o dia.
A estrutura pesa 18 toneladas e tem diâmetro de 32 metros quando as pétalas estão abertas. A escolha do aço refletido contrasta com a arquitetura local e busca simbolizar renovação para a cidade.
Manutenção e desafios
Obras em movimento exigem manutenção constante. A Floralis Genérica já ficou inativa por falhas no sistema hidráulico e por tempestades que danificaram as pétalas. Engenheiros mecatrônicos participam dos trabalhos de restauração.
A equipe técnica atua para assegurar a segurança da base de concreto e do espelho d’água que envolve a peça. A proteção contra variações climáticas é parte essencial do cuidado com a escultura.
Espelho d’água e iluminação
A escultura fica centralizada em um espelho d’água de 44 metros de diâmetro. O reflexo do metal e das nuvens cria a ilusão de que a flor flutua. À noite, as pétalas se fecham e o interior recebe iluminação vermelha suave.
Essa iluminação noturna tornou a praça um polo de visitação, especialmente para fotógrafos. A obra continua sendo um marco da integração entre tecnologia e arte pública na capital argentina.
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