- O navio de cruzeiro MV Hondius, com cerca de cento e cinquenta passageiros e tripulantes de vinte e três países, atracou no porto de roterdã para desinfecção após surto de hantavírus.
- Três pessoas morreram; um casal holandês teve os corpos repatriados, e uma vítima alemã seria cremadas na Holanda e as cinzas devolvidas ao país de origem.
- Ao todo, há oito casos confirmados e dois prováveis a bordo; o hantavírus pode ser transmitido entre pessoas em raros casos de contato próximo e prolongado.
- Todas as pessoas expostas estão em monitoramento e quarentena; a OMS afirma que a ameaça à saúde pública é baixa e não há risco para roterdã.
- O navio chegou à Landtong, área próxima ao porto, onde operários instalam cercas e trailers para a operação de desembarque controlado.
O navio de cruzeiro MV Hondius, com bandeira holandesa, chegou ao porto de Roterdã na segunda-feira após registrar um surto de hantavírus. A tripulação e passageiros, cerca de 150 pessoas de 23 nacionalidades, foram isolados e a desinfecção do barco foi iniciada.
As autoridades desembarcaram 25 tripulantes e dois profissionais de saúde para monitoramento. Uma passageira alemã morreu e teve o corpo repatriado; outra vítima alemã seria cremada na Holanda com as cinzas levadas ao país de origem. Ao todo, há oito casos confirmados e dois prováveis.
O hantavírus costuma ser transmitido por roedores, mas pode passar entre pessoas em situações raras de contato próximo. Não há tratamento específico. O RIVM informou que ninguém do barco apresentava sintomas no desembarque em Roterdã.
Medidas de controle e desembarque gradual
Ao chegar, o desembarque ocorreu de forma controlada e gradual. A área de desembarque foi isolada e trailers brancos foram instalados para a logística de quarentena e monitoramento.
O MV Hondius ficou retido próximo a Landtong, península do porto, após impedimento de desembarque no Cabo Verde. A OMS classificou a ameaça como baixa e reiterou que não há risco para Roterdã. A UE e a OMS seguem monitorando a situação.
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