- República Democrática do Congo disputará a Copa do Mundo no grupo K, com Portugal, Uzbequistão e Colômbia.
- O país registra surto de ebola com mais de 240 infectados e ao menos 80 mortes suspeitas; a Organização Mundial da Saúde declarou emergência internacional.
- O vírus Bundibugyo é a variante atual; não há vacinas nem antivirais específicos, e a transmissão ocorre por fluidos corporais, não pelo ar.
- Especialistas descartam perspectiva de pandemia, mas mantêm vigilância ampliada pela OMS devido aos riscos locais e globais.
- A seleção congolesa está em 46ª posição mundial pela FIFA e joga entre 11 de junho e 19 de julho, em sede conjunta nos estados unidos, Canadá e México.
A República Democrática do Congo disputará a Copa do Mundo pela segunda vez na história, somando a participação desde 1974, quando jogou como Zaire. No entanto, o foco hoje não é o torneio, e sim um novo surto de ebola no país. A competição ocorre de 11 de junho a 19 de julho, nos Estados Unidos, Canadá e México.
A Organização Mundial da Saúde declarou emergência internacional diante do aumento de casos no Congo e na Uganda vizinha. Já são mais de 240 pessoas infectadas e ao menos 80 mortes suspeitas, segundo autoridades de saúde.
O vírus responsável é o Bundibugyo, uma variante do ebola com menor virulência que outras cepas, mas sem vacinas ou antivirais disponíveis ainda. A transmissão ocorre principalmente por contato com fluidos corporais, não por via respiratória.
A OMS mantém ações de vigilância e apoio às comunidades afetadas, embora haja otimismo quanto ao menor risco de pandemia, desde que haja controle local e cooperação internacional. Autoridades locais monitoram novos casos e medidas sanitárias.
Na Copa, o Congo integra o grupo K, ao lado de Portugal, Uzbequistão e Colômbia. A seleção ocupa a 46ª posição no ranking da FIFA e está entre as dez melhores da África. A participação, porém, está elevada pelo momento esportivo do país.
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