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Sardinha é alimento barato e saudável: três razões para incluir na dieta

Especialistas apontam que sardinhas enlatadas oferecem ômega-3, proteína de alta qualidade e cálcio a baixo custo, mas devem observar o sódio

Os nutricionistas consideram as sardinhas como 'superalimento'
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  • Uma lata de sardinhas pode fornecer todas as necessidades de ômega-3 (EPA e DHA), nutrientes importantes para o funcionamento do cérebro, coração e visão.
  • Além do ômega-3, as sardinhas contêm cálcio, magnésio, vitamina B12, vitamina D, zinco, ferro, taurina e arginina, com efeito sinérgico para a saúde cardiovascular.
  • Especialistas recomendam pelo menos duas porções de peixes gordurosos por semana; as sardinhas em lata aparecem como opção prática e normalmente mais barata.
  • As espinhas das sardinhas em lata são uma fonte rica de cálcio (330 a 350 mg por lata) e também fornecem magnésio (30 a 45 mg).
  • Fique atento ao sódio nos produtos em lata; mercúrio é normalmente baixo nessas sardinhas, e a sugestão é consumir cerca de três latas por semana.

Três motivos para considerar as sardinhas em lata como parte da alimentação semanal ganham destaque: são práticas, acessíveis e potencialmente benéficas para a saúde. Especialistas apontam que o consumo regular pode favorecer a longevidade, especialmente quando incluídas com moderação.

A sardinha em conserva é rica em ômega-3, um nutriente essencial para cérebro, coração e visão. O alimento já chega com esses ácidos na forma pronta para consumo, o que facilita a incorporação na rotina alimentar.

Ainda segundo especialistas, as sardinhas trazem vantagens além dos ômega-3. O conjunto de nutrientes presentes, como cálcio, magnésio, zinco, ferro, taurina e arginina, atua de modo sinérgico para a saúde cardiovascular e o metabolismo.

Ômega-3: uma via rápida para nutrientes já prontos

Os ômega-3 atuam na composição das membranas celulares e não são sintetizados pelo corpo. Dentre EPA e DHA, presentes na sardinha, ajudam a reduzir triglicerídeos e contribuem para funções cerebrais e visuais.

Estudos indicam que EPA e DHA podem colaborar na redução do risco de alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas. Autoridades de saúde recomendam consumo de peixes gordurosos duas vezes por semana.

Proteína de qualidade e custo benefício

A sardinha em lata oferece proteína de alta qualidade com boa densidade calórica. Uma lata média pode fornecer cerca de 22,6 gramas de proteína por aproximadamente 200 calorias, além de cálcio, magnésio e vitaminas B12 e D.

A acessibilidade do alimento em latas é destacada por especialistas, que ressaltam o bom custo-benefício em comparação a outras fontes proteicas. É importante atentar ao teor de sódio indicado no rótulo.

Cálcio, magnésio e outra camada de nutrientes

As espinhas das sardinhas contribuiriam com cálcio de alta biodisponibilidade, favorecendo ossos e dentes. A combinação com magnésio potencializa a absorção, reforçando a saúde óssea e muscular.

Além do cálcio, o alimento também fornece vitamina D, essencial para a absorção de cálcio, e vitamina B12, crucial para energia e função neurológica. O teor de mercúrio costuma ser baixo, pelo fato de as sardinhas estarem no começo da cadeia alimentar.

Recomendações práticas

Especialistas orientam consumir aproximadamente três latas por semana para obter os benefícios apresentados. Contudo, vale ajustar a ingestão conforme o conteúdo de sódio de cada produto em lata.

Para quem busca variedade, sardinhas frescas costumam ter perfil diferente de sabor e podem não exigir o mesmo cuidado com sal. Preparações simples, como assar ou refogar com azeite, costumam agradar a paladar ao longo do tempo.

Conclusão adicional

O conjunto de nutrientes presentes torna as sardinhas uma opção nutritiva, prática e econômica para quem busca manter uma alimentação equilibrada. A substituição gradual de fontes proteicas pode ser considerada dentro de uma dieta variada.

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