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SGB aponta áreas de risco em 4 cidades de MG e alerta para deslizamentos

SGB aponta mais de quarenta áreas de risco em Pará de Minas, Monte Sião, Ouro Fino e Uberaba, deixando cerca de 1,8 mil moradores vulneráveis

Cidades tiveram áreas classificadas com risco alto e muito alto para deslizamentos, inundações e enxurradas
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  • O Sistema de Geologia e Recursos Naturais de Minas Gerais (SGB) apontou áreas de risco em quatro cidades: Pará de Minas, Monte Sião, Ouro Fino e Uberaba.
  • O levantamento aponta mais de quarenta áreas vulneráveis a deslizamentos, inundações e enxurradas, envolvendo cerca de 1,8 mil pessoas.
  • A maior parte das áreas fica em encostas, várzeas e zonas de risco de deslizamento.
  • O estudo ressalta a necessidade de políticas públicas para regularização fundiária, urbanização adequada, preservação de áreas de risco e educação ambiental, além de ações entre órgãos ambientais, defesa civil e prefeituras.
  • Com previsão de chuvas intensas na região, as autoridades orientam moradores a manter planos de emergência e buscar informações atualizadas; o estudo completo está no site da Semad.

O SGB, Sistema de Geologia e Recursos Naturais de Minas Gerais, divulgou um levantamento que aponta áreas de risco em quatro cidades do estado: Pará de Minas, Monte Sião, Ouro Fino e Uberaba. O estudo foca em deslizamentos, inundações e enxurradas, visando prevenção.

Ao todo, mais de 40 áreas foram classificadas como de alto ou muito alto risco. A maior concentração ocorre em encostas, regiões de várzea e zonas com histórico de deslizamentos.

Cerca de 1,8 mil pessoas vivem em locais vulneráveis nessas cidades, segundo o levantamento. A catena de fatores envolve solo instável, chuvas intensas e ocupação irregular em áreas sujeitas a alagamentos.

Riscos e medidas preventivas

A divulgação ressalta a importância de ações preventivas e de monitoramento contínuo para evitar tragédias. As comunidades devem acompanhar informações oficiais sobre solo e clima.

A Semad destaca a necessidade de ações integradas entre órgãos ambientais, defesa civil e prefeituras. São recomendadas regularização fundiária, urbanização adequada e educação ambiental.

O estudo completo está disponível no site da Semad. Autoridades pedem que moradores mantenham planos de emergência e informações atualizadas sobre condições climáticas. Fonte: SGB e Semad.

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