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Anac endurece regras para transporte de carregadores portáteis em voos

Anac endurece regras para power banks em voos: até dois aparelhos na bagagem de mão, sem recarga na cabine, com limites de potência até 100 Wh

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  • A Anac endureceu as regras para transportar carregadores portáteis em voos, alinhando-se às determinações da Organização de Aviação Civil Internacional.
  • Passageiros podem levar até dois power banks, apenas na bagagem de mão, e não é permitido recarregá-los nas tomadas da cabine durante o voo; o uso para carregar outros dispositivos ainda é permitido, mas não é recomendado.
  • Limite de energia: até 100 Wh é permitido; de 100 a 160 Wh depende de consulta à companhia aérea; acima de 160 Wh é proibido e o aparelho deve ser descartado antes do embarque.
  • Para verificar a potência, consulte a ficha técnica. Se não houver Wh, pode-se calcular multiplicando Ah por V (ampère-hora por volt); aparelhos com cerca de 3,7 V costumam ter até ~27 Ah (ou 27 mil mAh) para transporte sem restrição.
  • Mesmo com as regras, as companhias aéreas podem adotar medidas adicionais, incluindo proibição de embarque se houver risco relacionado aos carregadores.

Desde o final de abril, a Anac endureceu as regras para o transporte de carregadores portáteis em voos. As mudanças atendem às diretrizes da Oaci para aumentar a segurança das viagens aéreas. A medida afeta passageiros e companhias aéreas em todo o Brasil.

As novas diretrizes restringem a quantidade, o armazenamento e a potência dos power banks. Agora, cada passageiro pode levar até dois carregadores portáteis apenas na bagagem de mão, sem recarga nas tomadas da cabine durante o voo. O uso para carregar aparelhos continua permitido, mas não é recomendável.

A Anac detalha limites de energia em watt-hora (Wh). Dispositivos até 100 Wh podem embarcar. De 100 a 160 Wh exige consulta à companhia, que pode vetar a transporte. Acima de 160 Wh é proibido e deve ser descartado antes do embarque. A ficha técnica do carregador orienta a elegibilidade.

Para calcular Wh quando não informado, a energia pode ser obtida multiplicando capacidade (Ah) pela tensão (V). Por exemplo, celulares costumam usar 3,7 V; até 27 Ah equivalem a cerca de 27.000 mAh, o que permite embarque sob as regras vigentes.

Ainda conforme o texto, as companhias aéreas podem adotar medidas adicionais restritivas, incluindo a proibição de embarque, caso julguem haver risco relacionado aos carregadores. A Anac reforça que a avaliação pode variar conforme o dispositivo e o funcionamento a bordo.

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