Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Casos de hantavírus levantam dúvidas sobre a doença

Casos de hantavírus em navio que partiu da Argentina reacendem alerta, mas especialistas dizem que o risco no Brasil permanece controlado

Foto: Shutterstock / DINO
0:00
Carregando...
0:00
  • Mortes por hantavírus em navio que saiu de Ushuaia, com 149 passageiros e tripulantes, reacendem dúvidas sobre risco de disseminação internacional.
  • No Brasil, a epidemiologia permanece estável, com casos esporádicos e sem transmissão entre pessoas; a cepa Andes não circula no país.
  • Especialistas destacam que o cenário não indica risco de pandemia, devido à ausência de transmissão sustentada entre humanos.
  • Não há tratamento antiviral específico; o manejo é feito com suporte clínico e monitoramento respiratório conforme a gravidade.
  • A prevenção segue como prioridade, incluindo evitar roedores e seus excrementos, armazenar alimentos bem fechados e vedar frestas em espaços fechados.

O registro de mortes por hantavírus ocorreu em um navio que partiu de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, com destino à África. A embarcação tinha 149 passageiros e membros da tripulação, navegando pelo Oceano Atlântico.

A hantavirose é infecciosa e transmitida principalmente por roedores silvestres. A principal via de contágio é a inalação de partículas de urina, fezes ou saliva, em locais fechados ou pouco ventilados.

No Brasil, especialistas afirmam que o cenário segue estável. A infectologista Paula Vidal destaca padrão de casos esporádicos e rurais, sem transmissão sustentada entre pessoas, com surtos localizados.

Ela explica que a variação Andes, identificada no surto do navio, pode transmitir entre pessoas apenas em contatos íntimos e prolongados. No Brasil não circula essa variante.

Para Roberta Espírito Santo, a transmissão pandêmica permanece improvável, pois o humano é hospedeiro acidental e depende de um reservatório animal específico.

Contexto no Brasil

Especialistas reforçam que a vigilância continua ativa, sem evidências de aumento significativo de casos ou disseminação internacional associada ao incidente.

Prevenção e cuidados

  • Evitar contato com roedores e seus excrementos
  • Armazenar alimentos em recipientes fechados
  • Não deixar restos de comida expostos
  • Vedar frestas em imóveis
  • Evitar varrer locais com poeira
  • Umedecer o ambiente antes da limpeza
  • Usar luvas e máscara na higienização
  • Manter galpões organizados e bem ventilados

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais