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Chegada de “Super El Niño” é tema de avaliações científicas

El Niño pode retornar em 2026, com 37% de chance de ser muito forte; previsões indicam eventos extremos como enchentes e secas

Vista aérea de Porto Alegre inundada, com prédios e ruas submersos em água barrenta. O centro da cidade e o cais do porto estão cobertos pela enchente, com apenas os telhados de algumas estruturas visíveis. O rio Guaíba, também marrom, se estende ao fundo, sob um céu nublado
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  • O fenômeno El Niño deve retornar em 2026, com maior probabilidade de acontecer entre maio e julho, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
  • Até dezembro, as chances de desenvolvimento chegam a 96%, mas a intensidade ainda não está definida.
  • Existe 37% de probabilidade de o El Niño ser “muito forte”, o que pode ampliar eventos climáticos extremos.
  • O último El Niño ocorreu entre 2023 e 2024, contribuindo para enchentes no Rio Grande do Sul, seca na África e recordes de calor; o atual ainda não é classificado como “super”.
  • O aquecimento das águas do Pacífico, acompanhado de mudanças nos ventos, indica a aproximação do El Niño; a intensidade depende de fatores que podem mudar nos próximos meses.

O El Niño está voltando e pode chegar de forma mais intensa. O fenômeno pode elevar a temperatura global e aumentar eventos climáticos extremos. A comunidade científica acompanha as mudanças no Pacífico.

Segundo a NOAA, há 82% de chance de o El Niño ocorrer entre maio e julho deste ano, com 96% de chance de ocorrer até dezembro. Ainda não é possível confirmar a intensidade com precisão.

Há 37% de probabilidade de o próximo El Niño ser do tipo muito forte, o que costuma aumentar enchentes, secas e incêndios em diferentes regiões. O rótulo de “Super El Niño” é usado informalmente quando a intensidade é alta.

O que é o Menino e o que muda

O El Niño ocorre quando águas equatoriais do Pacífico se aquecem acima do usual, alterando ventos e padrões de chuva. O fenômeno oposto é a La Niña, que provoca resfriamento. Eles se alternam com períodos neutros entre eles.

A situação atual é de condições neutras, sem El Niño ou La Niña. A La Niña anterior terminou em 2025 com duração curta. A hipótese de um El Niño em 2026 ainda depende de variáveis atmosféricas.

Perspectivas e impactos prováveis

A intensidade do próximo El Niño depende de fatores como padrões de vento e variações oceânicas que ainda podem mudar nos próximos meses. Novas atualizações devem refinar as previsões.

Com maior aquecimento global, efeitos de El Niño tendem a ser mais fortes. Áreas distintas do mundo sofrem impactos diferentes, com possíveis secas no Norte e Nordeste do Brasil e chuvas intensas no Sul.

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