- O fenômeno El Niño deve retornar em 2026, com maior probabilidade de acontecer entre maio e julho, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
- Até dezembro, as chances de desenvolvimento chegam a 96%, mas a intensidade ainda não está definida.
- Existe 37% de probabilidade de o El Niño ser “muito forte”, o que pode ampliar eventos climáticos extremos.
- O último El Niño ocorreu entre 2023 e 2024, contribuindo para enchentes no Rio Grande do Sul, seca na África e recordes de calor; o atual ainda não é classificado como “super”.
- O aquecimento das águas do Pacífico, acompanhado de mudanças nos ventos, indica a aproximação do El Niño; a intensidade depende de fatores que podem mudar nos próximos meses.
O El Niño está voltando e pode chegar de forma mais intensa. O fenômeno pode elevar a temperatura global e aumentar eventos climáticos extremos. A comunidade científica acompanha as mudanças no Pacífico.
Segundo a NOAA, há 82% de chance de o El Niño ocorrer entre maio e julho deste ano, com 96% de chance de ocorrer até dezembro. Ainda não é possível confirmar a intensidade com precisão.
Há 37% de probabilidade de o próximo El Niño ser do tipo muito forte, o que costuma aumentar enchentes, secas e incêndios em diferentes regiões. O rótulo de “Super El Niño” é usado informalmente quando a intensidade é alta.
O que é o Menino e o que muda
O El Niño ocorre quando águas equatoriais do Pacífico se aquecem acima do usual, alterando ventos e padrões de chuva. O fenômeno oposto é a La Niña, que provoca resfriamento. Eles se alternam com períodos neutros entre eles.
A situação atual é de condições neutras, sem El Niño ou La Niña. A La Niña anterior terminou em 2025 com duração curta. A hipótese de um El Niño em 2026 ainda depende de variáveis atmosféricas.
Perspectivas e impactos prováveis
A intensidade do próximo El Niño depende de fatores como padrões de vento e variações oceânicas que ainda podem mudar nos próximos meses. Novas atualizações devem refinar as previsões.
Com maior aquecimento global, efeitos de El Niño tendem a ser mais fortes. Áreas distintas do mundo sofrem impactos diferentes, com possíveis secas no Norte e Nordeste do Brasil e chuvas intensas no Sul.
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