- Florianópolis recebeu o 31º Clube da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP), no Centro de Estudos do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), no sábado, 16, com foco no tratamento conservador da escoliose de início precoce e do adolescente.
- O encontro reuniu especialistas de várias regiões para discutir diagnóstico, acompanhamento multidisciplinar e estratégias terapêuticas para deformidades da coluna em crianças e adolescentes.
- Houve workshop prático com aplicação de colete gessado em modelo e transmissão ao vivo do centro cirúrgico para demonstração de técnicas conservadoras.
- Destaques incluíram a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento multidisciplinar e do momento certo de intervenção para evitar impactos pulmonares e neurológicos.
- O evento abordou ainda opções de tratamento, desde coletes até cirurgias, ressaltando a necessidade de tratamento individualizado e a possibilidade de adiar procedimentos mais complexos quando possível.
O 31º Clube da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP) ocorreu em Florianópolis no sábado, 16, no Centro de Estudos do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG). O encontro tratou do tratamento conservador das escolioses de início precoce e da adolescência idiopática, reunindo especialistas de diversas regiões.
A programação, organizada com apoio da Clínica da Coluna, contou com palestras de Dr. André Luís Fernandes Andújar, Dr. Rodrigo Grandini e Dr. Henrique Dagostin de Arjona. Também houve workshop prático sobre aplicação de colete gessado em modelo e transmissão ao vivo do centro cirúrgico.
Durante as apresentações, ficou em evidência a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento multidisciplinar para evitar progressão da deformidade e possíveis impactos pulmonares e neurológicos. O evento enfatizou avaliação ampla e individualizada em cada caso.
Desdobramentos do encontro abordaram deformidades congênitas da coluna, riscos neurológicos da progressão da cifose e a necessidade de escolher o momento cirúrgico adequado, com foco na segurança e no resultado funcional para a criança.
Na prática clínica, casos envolvendo o uso do colete gessado foram apresentados como estratégia para controlar a progressão da escoliose infantil, com potencial para adiar intervenções complexas e preservar o crescimento.
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