- Paraná ocupa a terceira posição no ranking brasileiro de geração/distribuição de energia solar fotovoltaica.
- O Brasil atingiu 68,8 GW de potência operacional em março de 2026, com a fonte respondendo por 25,9% da matriz elétrica nacional, segundo a Absololar.
- Entre 2020 e 2024, o número de sistemas fotovoltaicos no estado cresceu mais de 660%.
- O principal motor do avanço é a redução de custos dos equipamentos, tornando o investimento mais viável com retorno em poucos anos.
- A Absolar aponta crescimento brasileiro de 14,2 GW em 2021 para cerca de 68,6–68,8 GW em 2026, com expectativa de expansão significativa para residências.
O Paraná está entre os líderes na geração distribuída de energia solar fotovoltaica no Brasil, ocupando a terceira posição. O segmento vem crescendo no estado e no país, com o país registrando 68,8 GW de potência operacional em março de 2026, conforme a Absolar. A solar responde por cerca de 25,9% da matriz elétrica nacional.
Entre 2020 e 2024, o número de sistemas fotovoltaicos no Paraná aumentou mais de 660%, acompanhando a tendência nacional de expansão. A principal razão apontada é a redução dos custos dos equipamentos, tornando o investimento mais atrativo para famílias e empresas.
A análise de pesquisador ouvido para a pauta aponta que o retorno financeiro ocorre em poucos anos, principalmente frente ao custo da energia elétrica. A instalação pode ser feita em telhados residenciais, exigindo poucas placas para suprir o consumo de uma casa.
Paraná e Brasil passam por uma fase de mudança na matriz energética, com previsões de continuidade do crescimento no curto prazo. A redução de custos, a disponibilidade de financiamento e a melhoria de infraestrutura ajudam a ampliar a adesão à energia solar.
Panorama nacional
O mapa da absolar indica evolução expressiva: 14,2 GW em 2021 para 68,6 GW em 2026. Especialistas veem uma expansão ainda mais expressiva nos próximos anos, com maior penetração residencial e comercial.
A perspectiva é de que o Brasil avance na liderança mundial em energia limpa, aproveitando o potencial solar. A arguição é de que o país tem território e radiação suficientes para ampliar a participação da fonte na matriz energética.
Estudos indicam que o principal desafio continua sendo o capital inicial para investimentos, mas o retorno tende a ocorrer de forma sólida na conta de luz ao longo do tempo. A tendência aponta para maior adesão em áreas urbanas e rurais.
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