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Suspeito de vender emagrecedores pelas redes sociais é preso em Minas

Polícia prende homem em Carlos Chagas suspeito de vender medicamentos emagrecedores ilegais pelas redes sociais, sem registro na Anvisa

Durante cumprimento de ordens judiciais, a polícia encontrou ampolas de remédios emagrecedores
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  • A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, em Carlos Chagas (Vale do Mucuri), um homem investigado por vender medicamentos emagrecedores pelas redes sociais.
  • O suspeito foi alvo de mandados de busca e apreensão e permanece à disposição da Justiça.
  • Durante as diligências, foram apreendidas ampolas de remédios emagrecedores e materiais relacionados à venda irregular.
  • A polícia informou que muitos dos produtos não tinham registro na Anvisa e que a operação busca coibir medicamentos falsificados e perigosos à saúde.
  • A investigação continua para identificar outros envolvidos; denúncias podem ser feitas pelo telefone 181 ou pelo site da Polícia Civil.

Na manhã desta quarta-feira (19), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um homem suspeito de vender medicamentos emagrecedores pelas redes sociais, em Carlos Chagas, Vale do Mucuri. A ação ocorreu durante cumprimento de mandados de busca e apreensão, em contextos de investigação.

O suspeito já era investigado e foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Foram apreendidos ampolas de remédios emagrecedores e materiais relacionados à venda irregular de medicamentos.

Segundo a PCMG, muitos itens não tinham registro na Anvisa. A operação integra um esforço para coibir medicamentos falsificados e perigosos à saúde. A polícia orienta a população a não adquirir remédios de fontes não autorizadas.

Desdobramentos e participação institucional

O Ministério Público e o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais apoiaram a ação. A investigação continua para identificar outros envolvidos na cadeia de venda ilegal de medicamentos.

O suspeito permanece à disposição da Justiça e pode responder por venda de medicamentos sem autorização e pela possível falsificação de produtos. A PCMG mantém o caso em apuração ongoing.

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