- Taxa de sub-registro de óbitos de menores de 1 ano caiu de 15,3% em 2015 para 10,8% em 2024, segundo estimativas do IBGE publicadas em 20 de maio de 2026.
- Região Norte tem o maior sub-registro, com 26,55%, seguida pela Nordeste, com 17,58%.
- Sudeste apresenta o menor sub-registro, em 2,67%, seguido pelo Sul, em 2,96%, e pelo Centro-Oeste, em 5,86%.
- O IBGE aponta que a falta de notificação compromete o monitoramento da mortalidade infantil e a formulação de políticas para a primeira infância.
- Dados destacam desigualdade regional e a importância de melhorar a notificação para compreender a situação de saúde infantil no Brasil.
A taxa de sub-registro de óbitos de menores de 1 ano no Brasil caiu de 15,3% em 2015 para 10,8% em 2024, conforme estimativas do IBGE. Os dados foram publicados nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026. A divulgação aponta melhoria, mas evidencia déficits persistentes na contabilidade oficial da mortalidade infantil.
Segundo o IBGE, a falta de notificação de casos compromete o monitoramento e dificulta políticas públicas para a primeira infância. Parte dos óbitos não é incorporada aos registros oficiais, reduzindo a precisão dos indicadores e a compreensão da realidade de saúde infantil no país.
Desigualdades regionais
O estudo aponta forte contraste regional no sub-registro. Norte aparece com 26,55% e Nordeste com 17,58%. Já o Sudeste registra 2,67%, seguido pelo Sul com 2,96% e pelo Centro-Oeste com 5,86%. Esses números evidenciam assimetrias na notificação entre regiões.
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