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China assume protagonismo em carros autônomos, luz azul é prova

China avança na condução autônoma com NOA, sinalizando liderança global pelo uso de luzes azuis que indicam o sistema ativo do veículo

Lynk & Co Z10 com a luz turquesa ativada
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  • No Salão do Automóvel de Pequim 2026, as luminárias azul-turquesa nos faróis e na grade sinalizam o sistema de condução autônoma NOA, no nível 3, com veículo em operação sem intervenção humana, ainda que com motorista a bordo.
  • O NOA permite navegação autônoma em ambientes urbanos e rodoviários, incluindo troca de faixa, contorno de obstáculos e manobras complexas, usando sensores como Lidar, conexão 5G e GPS integrados.
  • Desde dois mil e vinte e cinco, pelo menos nove grandes montadoras chinesas e submarcas já lançaram no mercado modelos com NOA para condução semiautônoma em áreas urbanas. Empresas citadas incluem BYD, GWM, Leapmotor, Geely, Changan, GAC e xPeng.
  • Entre os recursos, destacam-se o estacionamento autônomo, que entra e sai de vagas sozinho, com alta precisão, presente em modelos no Brasil, como Caoa Changan Uni-T e GWM Ora 5.
  • Em relação aos Estados Unidos, a China busca progressos constantes, com investimentos e regulamentação que aceleram a condução autônoma, sem promessas exageradas, buscando liderança gradual na indústria.

A China assume protagonismo no setor automotivo ao ampliar sua liderança em condução autônoma, após dominar eletrificação. No Salão do Automóvel de Pequim 2026, veículos exibem filetes de luz azul nas dianteiras para sinalizar o modo autônomo.

Especialistas destacam que a iluminação azul não é mero recurso estético. Ela indica o funcionamento do sistema NOA, a condução autônoma de nível 3, com motorista a bordo mas veículo operando sem intervenção humana em alguns trechos.

O objetivo é mostrar avanço tecnológico. Montadoras chinesas já aceleram a padronização de regras para testes e uso comercial de sistemas autônomos, com foco em segurança, conectividade e integração com redes 5G.

Avanços e empresas envolvidas

Fabricantes como BYD, GWM, Leapmotor, Geely, Changan, GAC e xPeng já lançaram veículos com NOA desde 2025. Os modelos permitem navegação urbana, contorno de curvas e desvio de obstáculos sem afastar o motorista da função de supervisão.

Entre os recursos, destacam-se o estacionamento autônomo, com veículos entrando e saindo de vagas sem intervenção. Exemplos no Brasil incluem modelos locais que já oferecem esse recurso com diferentes níveis de autonomia.

Participei de um teste com o NOA da GWM no Wey V9X, um SUV de luxo. O trajeto percorreu cerca de 2 km pelo centro de Baoding, sede da Great Wall Motor, com demonstração de estacionamento 100% autônomo.

O sistema mostrou capacidade de troca de faixa, desvio de obstáculos e manobras em vias urbanas, sempre com base em GPS e dados do Lidar. Em alguns momentos a intervenção do motorista foi necessária.

Especialistas ressaltam que, ao contrário de promessas mirabolantes recentes nos EUA, a China avança de forma gradual, com metas plausíveis e investimentos consistentes, fortalecendo a posição das fabricantes no mercado global.

Com isso, a indústria automotiva chinesa se consolida como referência em NOA e tecnologia de condução, ampliando o impacto da eletrificação e da conectividade no desempenho de veículos modernos. A tendência indica continuidade de investimentos e testes.

Fontes e referências incluem veículos de BYD, GWM, Leapmotor, Geely, Changan, GAC e xPeng, além de iniciativas regulatórias da indústria chinesa para monitoramento de motoristas e padrões de segurança.

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