Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ebola: cronologia da doença e causas de surtos na África

OMS declara emergência de saúde pública de importância internacional por surto de ebola Bundibugyo na RDC e Uganda, com mobilização de vigilância e resposta rápida

Vírus Marburg é altamente infeccioso e pertence à mesma família do vírus Ebola
0:00
Carregando...
0:00
  • Autoridades da República Democrática do Congo identificam surto de ebola em Mongbwalu, Ituri, com mortes entre profissionais de saúde.
  • Em Kinshasa, 13 amostras de sangue no distrito de Rwampara detectam o vírus Bundibugyo em oito casos.
  • Na sexta-feira, o Ministério da Saúde da RDC confirmou o 17º surto de ebola no país; Uganda também registra surto de Bundibugyo após caso importado.
  • A OMS declarou emergências em saúde pública de importância internacional, destacando a importância do engajamento comunitário e da resposta rápida.
  • Medidas de enfrentamento incluem equipes de resposta, vigilância, centros de tratamento seguros, suprimentos médicos e orientação sobre prevenção e controle de infecções.

No início do mês, autoridades da República Democrática do Congo anunciaram surto de alta mortalidade em Mongbwalu, Ituri, com mortes entre profissionais de saúde. Dias depois, amostras de sangue em Kinshasa identificaram o vírus Bundibugyo em oito de 13 casos.

Na sexta (15), o Ministério da Saúde da RDC confirmou o 17º surto de Ebola no país. Uganda também registrou surto com caso importado de Bundibugyo, em um congolês que morreu em Kampala. Tedros Ghebreyesus declarou emergência de saúde internacional.

O que é o Bundibugyo

O vírus Bundibugyo é uma das espécies de Ebola. A doença é grave e pode levar a óbito. Transmissão ocorre por contato direto com fluidos de pacientes ou objetos contaminados. Pessoas sintomas contagiam apenas após manifestarem sinais.

Como a OMS reage

A OMS orienta intervenções como assistência clínica, vigilância, rastreamento de contatos e laboratórios. Equipes de resposta rápida são enviadas, com apoio de suprimentos e centros de tratamento seguros. Engajamento comunitário é essencial.

Sintomas e diagnóstico

Incubação varia de 2 a 21 dias. Inicialmente aparecem fever, fraqueza, dores musculares e de cabeça. Em seguida, vômitos, diarreia e falhas renais/hepáticas podem surgir. Testes laboratoriais confirmam o diagnóstico.

Tratamento e prevenção

O tratamento intensivo precoce melhora a sobrevida. Para DEV, anticorpos monoclonais são usados; para Bundibugyo, não há terapias aprobadas. Vacinas aprovadas para DEV incluem Ervebo e Zabdeno/Mvabea, com Ervebo recomendada em surtos.

Medidas de proteção

Reforçam-se vigilância, rastreamento de contatos e isolamento de pacientes. Evita-se contato com fluidos corporais, além de sepultamentos seguros. Contato próximo com animais também demanda cautela em surtos.

Questões práticas

Quem teve contato mantém monitoramento por 21 dias. Vacinação, quando disponível, pode ser indicada. Não é aconselhável tratar casos em casa; buscar centros de saúde é essencial para o manejo adequado.

Viagens e mobilidade

A OMS não recomenda restrições de circulação. Contudo, viagens de pessoas próximas a casos devem ser minimizadas. Caso necessária, deve ocorrer supervisão de autoridades de saúde no destino.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais