- Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, morreu após atropelamento ocorrido no último sábado, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro.
- O veículo apreendido é uma caminhonete elétrica Jac T140, modelo 2024, cujo motorista alegou falha mecânica, incluindo suposto travamento do volante e falha do sistema de frenagem.
- A investigação, conduzida pela 14ª Delegacia de Polícia (Leblon), usa perícia técnica para reconstruir a dinâmica do acidente e verificar o funcionamento de direção e freio.
- Há a ausência de marcas de frenagem no local e imagens mostram que Mariana estava de costas para a rua no momento do impacto, sem sinal sonoro de freada.
- Se não forem constatadas falhas no veículo, a polícia poderá investigar fatores humanos, como distração do motorista; o caso segue em apuração, com o motorista respondendo em liberdade.
A Polícia Civil do Rio investiga as causas do atropelamento que matou Mariana Tanaka Abdul Hak, 20 anos, ocorrido no último sábado em Ipanema, Zona Sul. O veículo apreendido é uma caminhonete elétrica JAC T140, modelo 2024, que teria invadido a calçada no cruzamento das ruas Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes. O motorista alegou falha mecânica, com volante travado e freios supostamente indisponíveis.
A perícia técnica é conduzida pela 14ª DP (Leblon) para reconstruir a dinâmica do acidente. A análise deve considerar sistemas de direção, freios, condições da via e fatores externos, buscando confirmar ou descartar falhas no veículo. O estado estrutural do carro, com danos leves, facilita o trabalho dos peritos.
Ausência de marcas de freio no asfalto e depoimentos compõem parte da investigação. Imagens de câmeras mostram Mariana com as costas voltadas para a via no momento do impacto, sem sinal sonoro de freada. Caso não haja defeitos no automóvel, a polícia poderá investigar atuação humana, como eventual distração do condutor e uso de celular.
Papel da perícia técnica em sinistros
A perícia busca detalhar o funcionamento de direção e freios para identificar a causa relevante do sinistro. O estudo envolve cruzar dados do veículo com imagens e condições da via, descartando hipóteses não aplicáveis.
Possíveis desdobramentos
Se não houver falhas técnicas, a investigação pode avançar para indicar erro humano ou fator externo. As autoridades devem apurar distração ou outras ações do motorista no momento do atropelamento.
Próximos passos do caso
O motorista permanece em liberdade, sem sinais de alteração no momento da ocorrência. O registro inicial é de lesão corporal culposa; a tipificação pode alterar após a conclusão dos laudos e a avaliação de revisões do veículo.
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