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Anticheat de Valorant transforma GPUs caras em peso de papel

Anticheat de Valorant desativa firmware de DMA via IOMMU, inutilizando GPUs caras até nova instalação do Windows

Créditos: Divulgação/Riot Games
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  • Valorant utiliza um anticheat a nível de kernel que, com apoio do IOMMU, bloqueia o firmware de DMA via interfaces SATA e NVMe.
  • Como consequência, GPUs caras podem ficar inutilizadas, só podendo ser usadas em nova instalação do Windows.
  • A Riot Games publicou no X que está orgulhosa dos efeitos da atualização de segurança lançada há poucos dias.
  • A atualização mais recente do jogo foi em 12 de maio e incluiu ajustes de equilíbrio, correções de bugs e suporte ao AMD Anti-Lag 2.
  • As respostas nas redes sociais foram mistas, com acusações de malware e danos a hardware, enquanto outros reconhecem os riscos do acesso a nível de kernel.

Um anticheat de Valorant, com nível kernel, foi capaz de inutilizar GPUs de alto desempenho nesta semana. A Riot Games divulgou via X que celebrou os efeitos de uma atualização de segurança publicada recentemente.

Segundo a desenvolvedora, o update visa fechar brechas que exploram o Acesso Direto à Memória via interfaces SATA e NVMe. O recurso IOMMU, operando no hardware, desativou o firmware de DMA usado por trapaceiros.

A Riot havia alertado, no fim de 2025, sobre métodos que utilizavam essa falha para trapacear em Valorant e preparava medidas para combatê-los. GPUs inutilizadas só voltariam a funcionar com uma nova instalação do Windows.

Detalhes técnicos

Embora celebrem o impacto, a Riot não disponibilizou todos os pormenores do update. O patch público mais recente, de 12 de maio, trouxe mudanças de equilíbrio de agentes e correções de bugs.

Na mesma data, Valorant ganhou suporte ao AMD Anti-Lag 2 no PC, prometendo reduzir a latência relacionada à GPU. Correções também abrangeram o agente Neon e a progressão de jogadores; no console, houve ajuste na descrição das habilidades de Phoenix.

Reações

No X, as reações ao novo sistema foram mistas. Usuários questionaram se o software atua como malware ou se houve danos a hardware de jogadores que não trapacearam.

Defensores da Riot reconhecem medidas firmes, mas destacam que o acesso a kernel pode causar danos acidentais. A empresa mantém o foco em impedir trapaças, sem comprometer a experiência legítima.

Fontes: VideoCardz e Riot Games.

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