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El Niño mais forte pode chegar neste ano e aumenta alerta para desastres

El Niño pode chegar mais forte neste ano, aumentando riscos de chuvas intensas no Sul e secas no Centro-Oeste e Amazônia, com impactos na saúde e na economia

Fenômeno El Niño pode chegar mais forte este ano e levanta alerta para desastres naturais
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  • NOAA aponta 82% de chance de um forte El Niño, iniciando em agosto-setembro deste ano e terminando em fevereiro do próximo.
  • Uma mancha no Pacífico está 6°C acima da média, quatro vezes maior que o tamanho do Brasil.
  • O efeito esperado é chuva forte no Sul e seca no Centro-Oeste, Nordeste e Amazônia, com impacto diffuso no país.
  • Há risco à saúde: golpes de calor e complicações como confusão mental e convulsões em casos graves, sem atendimento adequado.
  • O Cemaden acompanha possível aquecimento extremo, com previsão de quase 4°C em outubro, e atividades de prevenção com Defesa Civil para reduzir desastres.

O El Niño pode chegar mais forte neste ano, elevando o risco de desastres naturais. A previsão aponta aquecimento das águas do Pacífico e impactos em várias regiões do Brasil. Especialistas alertam para a necessidade de preparação e adaptação.

A água do Pacífico está cerca de 6°C acima da média em uma grande área, formada por uma mancha quatro vezes maior que o Brasil. O aquecimento amplia eventos climáticos extremos, segundo a comunidade científica.

Segundo o professor Paulo Artaxo, da USP, há 82% de chance de um El Niño forte iniciar em agosto ou setembro e terminar em fevereiro do próximo ano, segundo previsões da NOAA.

O que acontece quando o El Niño atinge o Brasil

As regiões costumam enfrentar extremos: fortes chuvas no Sul e seca em partes do Centro-Oeste, Nordeste e Amazônia, com efeito generalizado de temperaturas mais altas em todo o país.

Riscos para a saúde e a economia

O aumento da temperatura eleva riscos à saúde, como golpes de calor e complicações neurológicas em casos graves, conforme o médico infectologista Dr. Klinger Faíco. O impacto econômico ocorre na agricultura, na energia e nos preços de alimentos.

Monitoramento e previsões oficiais

O Cemaden monitora chuvas, volumes de água e também riscos de deslizamentos. José Marengo aponta a possibilidade de aquecimento intenso, com previsão de quase 4 graus em outubro e a necessidade de acompanhar a evolução.

Ações de prevenção

Órgãos de Defesa Civil recebem alertas com antecedência, apoiados por mapas e imagens de satélite. O objetivo é reduzir danos de desastres, como enchentes, deslizamentos e queimadas, quando o El Niño se intensifica.

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