- Rio Grande do Sul receberá 536 mil doses da vacina contra a gripe na próxima quarta-feira (27), envio do Ministério da Saúde e distribuição imediata às coordenadorias regionais para repasse aos municípios.
- Com o novo lote, o estado atinge 3,4 milhões de doses em 2026; espera-se chegar a cerca de 5,2 milhões de ampolas até o fim da mobilização.
- Cobertura atual dos três grupos prioritários (gestantes, idosos e crianças de 6 meses a menores de 6 anos) é de 41%, com about 1,3 milhão de doses aplicadas nesses segmentos.
- Mantêm-se as seguintes coberturas: gestantes 43,2%, idosos 45,2% e crianças 23,5%; a meta é alcançar 90% nesses três grupos.
- Em 2026, o Rio Grande do Sul registrou 782 internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave decorrentes de influenza; cerca de 70% dessas hospitalizações envolvem idosos ou crianças até quatro anos, e 80% das mortes ocorrem entre pessoas com 60 anos ou mais.
O Rio Grande do Sul receberá 536 mil doses da vacina contra a gripe na próxima quarta-feira (27). O envio é do Ministério da Saúde e será recebido pela Secretaria da Saúde, que encaminhará as vacinas às coordenadorias regionais e, em seguida, aos municípios. A distribuição segue o modelo logístico utilizado desde o início da campanha.
Com esse lote, o estado soma 3,4 milhões de doses aplicadas em 2026. A projeção é que o fluxo de envios alcance cerca de 5,2 milhões de ampolas até o fim da mobilização voltada aos públicos de maior vulnerabilidade.
Cobertura vacinal por grupo
Desde 28 de março, aproximadamente 2 milhões de gaúchos foram vacinados. Entre gestantes, idosos e crianças de 6 meses a menores de 6 anos, a cobertura chega a 41% (cerca de 1,3 milhão de doses nesses grupos).
Gestantes: 43,2%
Idosos (60+): 45,2%
Crianças (6 meses a <6 anos): 23,5%
Importância da vacinação frente a internações
A imunização é a principal ferramenta para impedir progressão da gripe para quadros graves, ajudando a reduzir pressão sobre redes de saúde. Em 2026, o Rio Grande do Sul já registra 782 internações por SRAG provocadas por influenza A (H1N1, H3N2) e B.
O monitoramento aponta que 70% das hospitalizações envolvem idosos ou crianças até 4 anos. Em relação a óbitos, pessoas com 60 anos ou mais representaram 80% das mortes associadas à gripe no estado.
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