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Cobertor chinês que apaga fogo de carro elétrico tem falha

Apesar de útil, manta anti-fogo para carros elétricos apresenta toxicidade; governo dos EUA recomenda que apenas serviços de emergência lidem com incêndios desse tipo

Tornou-se uma ferramenta valiosa para os bombeiros, mas o cobertor
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  • Mantas anti-fogo para carros elétricos viram ferramenta útil, mas podem representar riscos devido à toxicidade, devendo ser manuseadas apenas por serviços de emergência.
  • Elas ajudam a limitar o alcance do fogo, reduzir a temperatura e impedir a propagação das chamas em baterias de veículos elétricos.
  • A tecnologia foi desenvolvida por várias empresas ao redor do mundo, com destaque para a pioneira Bridgehill, na Noruega, e marcas como Fire Isolator, Suntex e Texfire (Espanha).
  • Os tecidos usados, como fibra de vidro, sílica, aramida e retardantes de chamas, visam isolar o fogo e permitir reutilização do cobertor.
  • O Corpo de Bombeiros de Ceuta recebeu mantas anti-fogo com mochilas e ferramentas como parte de investimentos nessa tecnologia.

O governo dos EUA alerta para riscos associados às mantas anti-fogo usadas em incêndios de carros elétricos. Segundo a investigação, a toxicidade dessas coberturas pode representar perigo para os bombeiros durante o combate ao fogo. A orientação atual é que apenas serviços de emergência manuseiem esse tipo de equipamento em situações de incêndio.

As mantas são projetadas para limitar o raio de fogo, reduzir a temperatura e evitar a propagação. Elas utilizam materiais como fibra de vidro, sílica, aramida e silicone retardante. A tecnologia ganhou adesão entre bombeiros por ajudar a conter incêndios de baterias, porém existe o risco químico.

Contexto internacional

A tecnologia foi desenvolvida por diferentes fabricantes, entre eles Bridgehill, na Noruega, Fire Isolator, Suntex (China) e Texfire (Espanha). Cada empresa utiliza tecidos especializados para isolar o fogo e possibilitar a reposição do cobertor após o uso.

Desdobramentos no Brasil

O Corpo de Bombeiros de Ceuta recebeu cobertores anti-fogo com mochilas e ferramentas, ampliando o conjunto de equipamentos para atender emergências envolvendo veículos elétricos. A medida sugere aumento de capacidades, mas também reforça a necessidade de treinamento específico.

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