- Desastres ambientais atingiram quase todo o Brasil e já deixaram mais de três mil mortos em treze anos.
- O levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta que apenas cinco por cento das cidades ficaram livres de impactos.
- O estudo considera eventos naturais e provocados pelo homem, iniciando em dois mil e treze, ano da pior tragédia no Espírito Santo, quando setenta por cento do estado foi atingido.
- Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, decretou situação de emergência em março de dois mil e vinte e cinco após novas cheias.
- A CNM defende mais investimentos em prevenção e maior cooperação entre União, estados e municípios para reduzir vulnerabilidade.
Desastres ambientais atingem quase todo o Brasil nos últimos 13 anos, deixando mais de 3 mil mortes. Um levantamento da CNM aponta que apenas 5% das cidades ficaram livres do impacto de desastres naturais ou provocados pelo homem nesse período.
A pesquisa abriga eventos naturais e causados pelo homem, iniciando em 2013, ano da pior tragédia no Espírito Santo. Entre os episódios citados, estão rompimentos de barragens, secas históricas, enchentes, incêndios e tornados em diferentes estados.
Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, moradores enfrentam alagamentos recorrentes. Em 2025, a cidade decretou situação de emergência para abrir caminho a ajuda estadual e federal, frente à repetição de enchentes.
Segundo dados da CNM, a vulnerabilidade se mantém alta. A maioria dos municípios que decretaram calamidade pode sofrer novos impactos, especialmente com chuva intensa ou seca prolongada.
Impacto municipal e prevenção
A CNM destaca a necessidade de investimentos em prevenção e de cooperação entre União, estados e municípios. A participação da população também é citada como crucial para reduzir riscos futuros.
Vai preocupando quem já perdeu tudo em mais de uma oportunidade. Moradores relatam dificuldades para planejar a vida e manter negócios diante de desastres cíclicos.
Especialistas ouvidos no estudo defendem que a prevenção não é responsabilidade de um único ente. Em parceria, governos e comunidades devem criar planos que reduzam danos e agilizem respostas emergenciais.
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