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Lula terá mais 14 sessões de radioterapia até junho

Lula inicia radioterapia para carcinoma basocelular; 14 sessões até junho no Sírio-Libanês, com agenda presidencial mantida

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
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  • Lula iniciou na manhã desta segunda-feira, 25, a primeira de quinze sessões de radioterapia no couro cabeludo para tratar carcinoma basocelular.
  • A previsão é concluir as 14 sessões restantes em três semanas, com cada sessão de cerca de dois minutos.
  • O tratamento é realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, com acompanhamento dos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio; o presidente manterá a agenda sem restrições.
  • O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele menos agressivo e representa cerca de oitenta por cento dos casos, com cerca de 250 diagnósticos por 100 mil habitantes por ano no Brasil.
  • As sessões complementam a retirada da lesão realizada em abril; segundo a equipe médica, não devem causar efeitos colaterais e não devem comprometer os compromissos presidenciais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira, 25, a primeira de quinze sessões de radioterapia no couro cabeludo, como parte do tratamento de um carcinoma basocelular. O procedimento, de curta duração, deve ocorrer ao longo de três semanas, com cada sessão durando cerca de dois minutos.

Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é complementar a retirada da lesão realizada em abril, quando a biópsia indicou tumor benigno. A radioterapia é preventiva e destinada a reduzir o risco de recorrência.

Lula será acompanhado pela equipe médica do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, com os médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio à frente do tratamento. O presidente manterá a agenda presidencial sem restrições durante as sessões.

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele e representa cerca de 80% dos casos. Costuma surgir em áreas expostas ao sol, como cabeça e pescoço, e rara vez metastatiza.

O tratamento envolve radioterapia localizada pós-retirada do tumor, com foco na região afetada para reduzir a probabilidade de disseminação. Segundo a equipe médica, as sessões não devem causar efeitos colaterais relevantes.

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