- Metade das vítimas de violência digital conhecem o agressor; quase 25% são parceiros românticos ou amigos próximos.
- A pesquisa da Kaspersky entrevistou 7.600 pessoas em 19 países.
- Casos em que o agressor era alguém próximo foram mais frequentes nos EUA, Itália, Espanha, Reino Unido, Índia e Indonésia.
- Vítimas agressidas por pessoas próximas tinham mais chance de também agir de forma violenta contra pessoas do mesmo grupo.
- Gen Z demonstra maior familiaridade com o termo “abuso facilitado pela tecnologia”; 64% dos Baby Boomers conhecem menos esse conceito, e 62% das mulheres se sentem inseguras online. No Brasil, 1 em cada 5 adolescentes já foi vítima de violência sexual na internet, segundo a UNICEF.
Metade das vítimas de violência digital conhece seus agressores, aponta estudo da Kaspersky. A pesquisa envolve pessoas de 19 países e destaca que o abuso facilita-se pela tecnologia, muitas vezes vindo de quem está próximo da vítima.
O levantamento ouviu 7.600 pessoas de diferentes idades. Em casos com agressor próximo, como parceiros ou amigos, houve maior incidência em EUA, Itália, Espanha, Reino Unido, Índia e Indonésia. A análise visa entender padrões de risco.
Os dados indicam que quem sofreu abuso de alguém próximo tem mais propensão a também agir de forma violenta com o mesmo grupo. A Geração Z mostrou maior familiaridade com o termo tech enabled abuse, enquanto 64% dos Baby Boomers disseram não conhecer o conceito.
Brasil e contexto regional
No Brasil, a UNICEF destaca que 1 em cada 5 adolescentes já foi vítima de violência sexual na internet, em relatório recente sobre o tema. A pesquisa global reforça a necessidade de políticas de proteção voltadas ao entorno social da vítima.
Possíveis implicações e quadro de segurança
Especialista da Kaspersky afirma que quase 60% dos casos começam com alguém do círculo social da vítima, o que muda a abordagem de proteção. O estudo sugere foco em redes de apoio, educação digital e mitigação de riscos online.
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