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SP registra queda de 29% no desmatamento da Mata Atlântica

São Paulo registra queda de 29% no desmatamento da Mata Atlântica entre 2024 e 2025, com 35 hectares desmatados, menor biênio já analisado

Trecho de Mata Atlântica na região de São José dos Campos (SP)
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  • São Paulo registrou queda de 29% no desmatamento da Mata Atlântica no biênio 2024‑2025, conforme Atlas da Mata Atlântica, sendo o menor período já analisado.
  • A área desmatada caiu de 49 hectares (2023‑24) para 35 hectares (2024‑25).
  • O estado tem 2,34 milhões de hectares de Mata Atlântica preservados, equivalentes a 13,7% da vegetação nativa na área de proteção.
  • Na região Sudeste, SP teve o menor volume de desmatamento; MG desmatou 3.092 hectares, RJ registrou 82 hectares e ES, 56 hectares.
  • O governo atribui o resultado a ações como recuperação de vegetação, criação de corredores ecológicos e iniciativas de segurança hídrica e adaptação às mudanças climáticas, destacando políticas públicas integradas.

O Estado de São Paulo registrou queda de 29% no desmatamento da Mata Atlântica no biênio 2024-2025, segundo dados da Fundação SOS Mata Atlântica e do Inpe. O volume desmatado passou de 49 hectares para 35 hectares, conforme o Atlas da Mata Atlântica. O período analisado é o menor já registrado.

O levantamento aponta que o estado soma 2,34 milhões de hectares de Mata Atlântica preservados, o que corresponde a 13,7% da vegetação nativa sob proteção legal da área de aplicação do bioma. Dados abrangem a região Sudeste, onde São Paulo teve o menor volume de desmate.

Na comparação regional, Minas Gerais desmatou 3.092 hectares, enquanto Rio de Janeiro registrou 82 hectares e Espírito Santo, 56 hectares. A redução é atribuída a ações integradas de políticas públicas, fiscalização, restauração ambiental e manejo hídrico.

Contexto e ações governamentais

A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende, afirma que a Mata Atlântica é crucial para a segurança hídrica, biodiversidade e resiliência climática do estado. O governo aponta recuperação de vegetação nativa e corredores ecológicos como fatores relevantes.

A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sustenta que os resultados são efeito de um conjunto de medidas, incluindo restauração, proteção de áreas críticas e programas voltados à adaptação às mudanças climáticas. As ações são apresentadas como parte de uma estratégia integrada.

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