- O SUS vai adotar, a partir do segundo semestre, um novo exame de rastreamento do câncer colorretal para detecção pré-sintomática.
- O câncer colorretal é um dos tumores mais frequentes no Brasil, atingindo o intestino grosso e o reto, com previsão de mais de 53 mil novos casos por ano até 2028, segundo o INCA.
- O teste identifica pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, servindo como referência de rastreamento.
- O exame será destinado a pessoas entre 50 e 75 anos, sem sintomas, com a meta de atender 40 milhões de brasileiros.
- Fatores de risco incluem histórico familiar e má alimentação; quando detectado cedo, as chances de cura passam de 90%.
O SUS vai adotar um novo exame de rastreamento para detecção do câncer colorretal a partir do segundo semestre. A medida visa identificar a doença antes do surgimento de sintomas, aumentando as chances de cura.
O câncer colorretal é uma das neoplasias mais comuns no Brasil, envolvendo o intestino grosso e o reto. Segundo o INCA, devem ocorrer mais de 53 mil novos diagnósticos por ano até 2028.
Dados e fatores de risco indicam que histórico familiar e alimentação influenciam a incidência. Profissionais de saúde destacam que estilo de vida sedentário, obesidade, consumo frequente de álcool e tabagismo elevam o risco, especialmente entre jovens.
Objetivo e público-alvo
O novo teste, que detecta pequenas quantidades de sangue em amostras de fezes, será referência para homens e mulheres entre 50 e 75 anos sem sintomas. A expectativa do Ministério da Saúde é alcançar 40 milhões de pessoas com a triagem.
O monitoramento do programa ficará a cargo das redes de atenção à saúde, com encaminhamentos para confirmação diagnóstica quando necessário. A iniciativa busca reduzir a mortalidade associada ao câncer colorretal ao ampliar o acesso ao rastreamento.
Fonte consultada para os dados de incidência e diretrizes de implementação é o Ministério da Saúde e o INCA. A reportagem seguirá acompanhando os desdobramentos da adoção e os resultados do programa.
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