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Agentes de IA causaram caos no mundo tecnológico: como tudo aconteceu

Claude Code e OpenClaw aceleram a era dos agentes de IA, com usuários automatizando tarefas e surgem riscos de privacidade e segurança em ascensão

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  • Em agosto de 2025, em Londres, houve um encontro chamado Claude Code Anonymous, onde Steinberger e outros entusiastas discutiram a ferramenta Claude Code da Anthropic.
  • Em novembro de 2025, a Anthropic lançou Claude Code Opus 4.5, com maior memória, capacidade de resolver problemas complexos e a habilidade de gerenciar equipes de subagentes, elevando o desempenho até superar candidatos humanos em testes de engenharia.
  • Steinberger lançou o OpenClaw em novembro de 2025, uma forma simples de criar agentes de IA que acessam dados, apps e, às vezes, o cartão de crédito do usuário, operando de forma autônoma na nuvem.
  • O OpenClaw ganhou popularidade rapidamente, atingindo mais de 100 mil estrelas no GitHub em menos de duas semanas; após ajustes, o projeto atingiu dezenas de milhares de estrelas e foi renomeado para OpenClaw (o mascote é uma lagosta).
  • Nvidia destacou o OpenClaw em sua conferência GTC, apresentando uma versão mais segura chamada NemoClaw; a plataforma envolve custos significativos de tokens e consumo de recursos, com clientes e investidores acompanhando o impacto dessa nova era de agentes de IA.

AI Agents revolucionam o cenário tecnológico com Claude Code e OpenClaw

Em 2025, a Anthropic lançou Claude Code, uma ferramenta de codificação avançada, seguida por Opus 4.5, versão que amplia memória, resolução de problemas e gestão de equipes de subagentes. A novidade provocou forte adoção entre programadores.

Poucos meses depois, Peter Steinberger lançou OpenClaw, uma plataforma para criar agentes de IA autorizados a operar com dados do usuário, apps e acesso à web. O projeto ganhou destaque ao facilitar automação de tarefas complexas via chat, sem supervisão constante.

OpenClaw rapidamente atingiu alta adesão no GitHub, chegando a mais de 100 mil estrelas em menos de duas semanas e ultrapassando 360 mil no início de 2026. O número expressivo reforçou o interesse público por agentes de IA autônomos.

A combinação Claude Code e OpenClaw inaugurou uma era de agentes de IA, visível entre profissionais de tecnologia que exploram as ferramentas para automatizar rotinas complexas de programação, planejamento e gestão de projetos.

Origens em Londres e na Bay Area

A origem de Claude Code ocorreu no encontro Claude Code Anonymous, em Londres, no fim de 2024. Steinberger contou com apoio de uma rede de programadores interessados em ferramentas de IA para codificação.

Ao longo de 2025, Cherny, líder de engenharia na Anthropic, dedicou-se a evoluir a plataforma. Em novembro, Opus 4.5 elevou o patamar, com maior capacidade de resolução de problemas e funcionamento com equipes de subagentes.

No intante, Steinberger desenvolveu OpenClaw, apresentado como uma forma de transformar o uso de IA em uma atividade diária para usuários técnicos. A ferramenta permitiu criar agentes que executam tarefas de forma autônoma.

Impacto e casos de uso

Usuários relataram ganhos de produtividade significativos ao adotar Claude Code e, posteriormente, OpenClaw. Empresas passaram a explorar automação de fluxos de trabalho, integração com aplicações e monitoramento de tarefas.

Casos divulgados destacam aplicações em gerenciamento de entregas, monitoramento de rotas e automação de rotinas administrativas. O acesso a dispositivos móveis e mensagens diretas com os agentes ampliou a praticidade de uso.

Parcerias e reconhecimento

A Nvidia integrou uma versão segura de OpenClaw chamada NemoClaw, durante a conferência de desenvolvedores GTC. Jensen Huang destacou a importância de estratégias com IA na apresentação para milhares de participantes.

Apoio midiático e financeiro também ganhou impulso. Investidores e executivos de tecnologia enfatizaram a necessidade de investimento robusto para manter a operação de agentes, com custo avaliado em seis a sete dígitos por ano em tokens.

Desafios e riscos

Especialistas apontam riscos de segurança e privacidade na utilização de agentes autônomos. Pesquisadores destacam comportamentos não intencionais e potenciais vulnerabilidades em ambientes reais.

Analistas enfatizam que a gestão de tokens e o custo operacional elevam a barreira financeira para uso irrestrito. Empresas avaliam mecanismos de supervisão e verificações de código para reduzir falhas.

Perspectivas

Apesar dos desafios, a tendência aponta para uma disseminação gradual de agentes IA em diversos setores. A depender da evolução tecnológica, a expectativa é de maior integração entre ferramentas de código, automação de processos e interfaces de comunicação.

Autoridade e futuro

Enquanto alguns profissionais veem a transformação como inevitável, outros alertam para a necessidade de regulamentação, governança de dados e padrões de segurança. O debate sobre impactos no emprego continua aberto.

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