- Exposição gratuita “A infinita memória da pandemia: a história da covid-19 por todos nós, brasileiros” abriu em Brasília, no Shopping Conjunto Nacional, reunindo relatos, imagens, vídeos e instalações sobre a covid-19 no Brasil.
- A mostra, criada a partir do Memorial Digital da Pandemia, é organizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a OPAS, a Unicamp e outras instituições; conta com 10 estações imersivas sobre isolamento social, luto, ciência, solidariedade, vacinação e desinformação.
- Durante a cerimônia de abertura, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a exposição homenageia as vítimas e permite expor nomes, idades e estados das pessoas.
- A mostra ficará em Brasília até o fim de junho e, depois, seguirá para outras cidades, incluindo São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e capitais da Região Norte.
- O representante da OPAS/OMS no Brasil, Cristian Morales, destacou a importância de transformar números em histórias humanas e de preparar o país para futuras emergências sanitárias, mencionando impactos em periferias, escolas e famílias.
A exposição itinerante sobre a memória da covid-19 foi aberta nesta terça-feira, 26 de maio, no Shopping Conjunto Nacional, em Brasília. Gratuita e aberta ao público, a mostra reúne relatos, imagens, vídeos, instalações artísticas e testemunhos sobre os impactos da pandemia no Brasil. O projeto é baseado no Memorial Digital da Pandemia de Covid-19.
A iniciativa é promovida pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Unicamp e outras instituições ligadas à preservação da memória da crise sanitária. Ao todo, são 10 estações imersivas que abordam isolamento social, luto, ciência, solidariedade, vacinação e desinformação.
O objetivo é preservar a memória das vítimas, com a divulgação de nomes, idades e estados. A mostra permanece em Brasília até o fim de junho, antes de seguir para outras cidades, como São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e capitais da Região Norte.
Memória e parceria
Durante a cerimônia, autoridades ressaltaram a importância de transformar números em histórias humanas e de fomentar debates sobre futuras emergências sanitárias. A exposição funciona como espaço educativo para a população.
Cristian Morales, representante da OPAS/OMS no Brasil, destacou a necessidade de manter vivo o relato das famílias afetadas. Ele lembrou que muitas experiências, especialmente em periferias e escolas, devem ser lembradas para orientar respostas futuras.
Visitas e recepção do público
Entre os visitantes, a sensação predominante foi de emoção e reflexão sobre os impactos da pandemia. Usuários destacaram a relevância de preservar a memória para evitar repetições de erros e valorizar a ciência e o SUS.
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