- Santiago, capital do Chile, enfrentou densa poluição atmosférica na quarta-feira, após o estado de emergência ambiental declarado na semana anterior.
- Medidas de emergência impediram o tráfego de veículos e proibiram o uso de aquecedores a lenha para proteger a saúde pública, com o ar retido pelo clima frio.
- Especialista aponta que a geografia da cidade dificulta a dispersão do ar, fazendo o poluente se acumular nos meses frios.
- Médico anestesista alerta para riscos de inflamação das vias aéreas e crises respiratórias em pacientes crônicos.
- Moradores e turistas passaram a usar máscaras; uma moradora disse que a poluição frequentemente obscurece a cidade.
Uma camada densa de poluição atmosférica foi registrada em Santiago, capital do Chile, na quarta-feira 27, após o estado de emergência ambiental decretado na segunda-feira 25. Medidas de emergência restringiram o tráfego de veículos e proibiram o uso de aquecedores a lenha para proteger a saúde pública, diante do clima frio que retém as emissões na cidade.
Segundo o especialista Raul Morales, a geografia de Santiago dificulta a dispersão do ar, o que favorece o acúmulo de poluentes nos meses mais frios. A informação reforça a percepção de qualidade do ar degradada durante o período.
O pneumologista Cristian Deza destaca que os altos níveis de poluição elevam o risco de inflamação das vias aéreas e crises respiratórias em pacientes crônicos, sinalizando impactos diretos na saúde pública.
No centro da cidade, moradores e turistas passaram a usar máscaras como medida de proteção. A moradora Valeska Bravo afirmou que a poluição tende a obscurecer grande parte da visão da cidade com frequência.
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