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Macaco não transmite febre amarela a humanos, explica infectologista

Macaco não transmite febre amarela a humanos; o vetor é o mosquito Aedes aegypti, e a vacinação é reforçada na Grande ABC após morte de primata

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  • Governo de São Paulo anunciou reforço da vacina contra febre amarela na região do Grande ABC após a morte de um macaco em Santo André.
  • A infectologista Patricia Müller explica que o macaco não transmite a doença para humanos; a transmissão ocorre por mosquitos.
  • O mosquito urbano Aedes aegypti pode carregar o vírus, com a doença existindo também em versão silvestre.
  • A febre amarela não é transmitida entre pessoas; o alerta é para reforçar vigilância na região.
  • Os sintomas lembram gripe forte, com náuseas, vômitos e possível hemorragia; buscar atendimento se houver agravamento.

O governo de São Paulo anunciou reforço da vacinação contra a febre amarela na região do Grande ABC após a morte de um macaco com a doença em Santo André. A atuação busca ampliar a proteção da população local frente ao vírus, transmitido por mosquitos.

A infectologista Patricia Müller explicou que o macaco não transmite a doença diretamente aos humanos. Ela destacou que o papel do primata foi de alertar sobre o risco na área e a necessidade de reforçar a prevenção.

Patrícia ressaltou ainda que a febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa. O vírus pode ser carregado por mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, que também envolve a transmissão da dengue, enquanto a febre amarela tem versão silvestre.

Esclarecimentos sobre transmissão

Os sintomas costumam iniciar com gripe forte, náuseas e falta de apetite. O avanço pode levar a manchas no corpo, sangramentos nasais e sangue na urina, indicativos de hemorragia, segundo a especialista.

Quem apresentar sinais graves deve buscar atendimento imediato, pois a evolução pode exigir intervenção médica rápida. A campanha de vacinação visa reduzir riscos na região afetada.

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