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Ônibus urbano de 12 m da Mercedes leva mais de 80 passageiros nas capitais

O urbano de 12 metros da Mercedes supera 80 passageiros e domina linhas cheias, mas sofre isolamento térmico precário na cabine de comando

O urbano de 12 metros da Mercedes leva mais de 80 passageiros e virou presença forte nas linhas cheias das capitais
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  • O urbano de 12 metros da Mercedes-Benz OF-1721 leva mais de 80 passageiros e está presente nas linhas cheias das capitais.
  • O motor fica na dianteira, garantindo tração em ladeiras e facilitando a manutenção pelos mecânicos.
  • Motivos principais: manutenção simplificada, refrigeração eficiente, custo inicial reduzido e padronização que facilita reparos.
  • A geometria interna prioriza fluxo de passageiros com corredores largos, mas o eixo de transmissão impede piso inteiramente raso, exigindo o elevador hidráulico traseiro para acessibilidade.
  • Desvantagem observada: isolamento térmico da cabine de comando é fraco, gerando calor; a substituição da frota é discutida por questão de custo, mesmo com impacto operacional.

O urbano de 12 metros da Mercedes leva mais de 80 passageiros e é presença constante nas linhas cheias das capitais. O modelo OF-1721 sustenta a demanda diária de transporte, resistindo ao peso e às frenagens sem desgaste prematuro acelerado.

A motorização fica na frente, próximo ao motorista, o que assegura tração rápida em subidas de horários de pico. Essa configuração facilita a inspeção noturna pelos mecânicos, que acessam rapidamente as correias pela tampa interna.

A seguir, a configuração frontal facilita manutenção, refrigeração eficiente e padronização de componentes. Esses fatores ajudam a manter o custo inicial competitivo e permitem ajustes rápidos em frotas de cidade.

Desempenho e desenho interno

Encostar mais de 80 passageiros exige bancos curtos e corredores amplos. A encarroçadora paulista projetou circulação fluida desde o pagamento até a porta de descida, mantendo o espaço funcional para o fluxo de usuários.

No entanto, o eixo de transmissão na parte inferior impede piso completamente baixo. Essa limitação eleva a necessidade de elevador hidráulico para acessibilidade, especialmente para pessoas idosas ou com mobilidade reduzida.

Desvantagens e custos operacionais

O isolamento térmico da cabine de comando é limitado, e o calor do verão se propaga pela tampa de aço, cobrando esforço físico do motorista. Empresas defendem a solução pela sustentabilidade financeira, apesar do custo elevado de substituição da frota.

Substituir a frota por ônibus com motor traseiro ou alternativas ecológicas envolve investimento maior. A mudança impactaria tarifas e o orçamento operacional, segundo avaliações do setor.

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