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Por que a mortalidade materna ainda é alta e como reduzi-la

Mesmo com meta de reduzir, mortalidade materna no país é de 56,4 por cem mil nascidos vivos em 2024, com 1.347 mortes, nove em cada dez evitáveis

A mortalidade materna no Brasil é de 56,4 a cada 100 mil nascidos vivos
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  • O Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna é celebrado em 28, com foco em direitos da gestante e da puérpera.
  • A mortalidade materna no Brasil é de 56,4 por 100 mil nascidos vivos; em 2024 foram registradas 1.347 mortes.
  • A meta é chegar a 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030; os dados são do Observatório da Saúde Pública e, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, nove em cada dez óbitos são evitáveis.
  • Há necessidade de uma rede de saúde mais conectada entre atenção primária, atenção especializada e hospitalar para reduzir mortes maternas e orientar sinais de alerta durante o período gestacional e pós-parto.
  • As principais causas de mortalidade materna são hemorragia, hipertensão, infecção e complicações clínicas; fatores de risco incluem hipertensão, pré-eclâmpsia, anemia, cesariana anterior e placenta baixa.

O Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna é celebrado nesta quinta-feira (28). A data reforça a importância dos direitos da gestante e da puérpera e de ações voltadas à saúde das mulheres.

A mortalidade materna no Brasil ficou em 56,4 por 100 mil nascidos vivos em 2024, com 1.347 mortes registradas. A meta é alcançar 30 mortes por 100 mil até 2030, segundo o Observatório da Saúde Pública. A Organização Pan-Americana da Saúde aponta que nove em cada dez óbitos são evitáveis.

Segundo o Observatório, o país acompanha esforços para reduzir o índice por meio de ações integradas entre atenção primária, atenção especializada e hospitalar, visando ampliar o acesso a serviços essenciais.

Desafios e caminhos para reduzir mortes

Especialistas indicam que hemorragia, hipertensão, infecção e complicações clínicas costumam levar aos óbitos. Fatores de risco incluem hipertensão, pré-eclâmpsia, anemia, cesarianas anteriores e placenta baixa, que elevam o risco de hemorragia pós-parto.

É fundamental que as gestantes reconheçam sinais de alerta e procurem atendimento rapidamente no pós-parto, para evitar intercorrências mais graves e melhorar o desfecho materno.

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