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Três rotinas médicas que idosos acima de 75 anos devem abandonar

Após os 75, exames de rotina como remoção de manchas na pele e colonoscopias repetidas podem trazer mais risco que benefício, sugerindo monitoramento contínuo

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  • Após os 75 anos, alguns exames e tratamentos de rotina passam a apresentar mais riscos do que benefícios.
  • Colonoscopias repetidas, tratamentos para alterações leves da tireoide e a remoção de manchas na pele são citados como exemplos a serem reavaliados.
  • No caso das manchas na pele, as queratoses actínicas, o monitoramento pode ser mais adequado do que a remoção em muitos casos.
  • A chance média de uma queratose actínica evoluir para câncer de pele é inferior a 1 em 1.000 em pacientes sem histórico da doença.
  • Pesquisadores e médicos já trabalham para revisar práticas médicas consideradas automáticas após os 75 anos, buscando reduzir utilidade e risco de procedimentos.

Pacientes com mais de 75 anos passam a exigir cautela maior no atendimento médico. Estudos indicam que alguns exames e tratamentos comuns nesse grupo podem trazer riscos superiores aos benefícios. Especialistas já têm revisitado rotinas consideradas automáticas na prática clínica.

A ideia central é evitar intervenções desnecessárias em idosos. Pesquisas apontam que a colonoscopia repetida, tratamentos para alterações leves da tireoide e a remoção de manchas na pele nem sempre são justificadas nesse estágio da vida. A ênfase tem sido o monitoramento cuidadoso.

Entre os agentes da discussão, destaca-se a remoção de manchas na pele. Muitas lesões ásperas aparecem pela exposição solar ao longo dos anos e nem sempre evoluem para câncer. Em alguns casos, o acompanhamento pode ser mais adequado do que a remoção imediata.

Por que mudanças são consideradas relevantes

Estudos publicados no meio científico sugerem que a probabilidade de uma lesão de pele evoluir para câncer é muito baixa, especialmente sem histórico prévio. Assim, reduzir intervenções automáticas pode evitar efeitos adversos desnecessários, sem comprometer a detecção de casos relevantes.

Colonoscopias frequentes já são alvo de revisão, principalmente em pacientes sem sintomas. O objetivo é avaliar o custo-benefício, evitando procedimentos invasivos repetidos quando o ganho clínico é limitado. O foco permanece no equilíbrio entre benefício terapêutico e risco.

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