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Cantareira opera com 40,6% da capacidade em queda lenta

Cantareira opera com 40,6% do volume; queda lenta de 0,7 ponto em três semanas e menor consumo no frio, mantendo-se no nível mais baixo do SIM

Vista aérea mostra represa com nível de água visivelmente baixo, revelando margens de terra exposta. Áreas verdes e pequenas construções cercam o reservatório, com colinas ao fundo sob céu parcialmente nublado.
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  • O sistema Cantareira opera com 40,6% do volume total, após queda de 0,4 ponto percentual na última semana (14 a 21 de maio até 28 de maio).
  • Nas três semanas anteriores, o ritmo de queda foi lento, com 0,3 ponto percentual de 14 a 21 de maio e 0,4 ponto percentual até 28 de maio.
  • O Sistema Integrado Metropolitano, que inclui Cantareira, caiu de 52,8% para 52,6% na última semana.
  • Em maio, choveu 53,5 milímetros nos reservatórios do Cantareira, abaixo da média histórica de 72,6 milímetros, contribuindo para a estiagem.
  • Desde a crise hídrica de 2014-2015, a Sabesp implementou ações de redução de pressão e modernização, com economia de 146 bilhões de litros desde 27 de agosto até 21 de maio.

O sistema Cantareira opera com 40,6% de seu volume total, após uma queda de 0,4 ponto percentual na última semana. Na avaliação das três semanas, a redução tem sido constante, porém mais lenta do que em períodos anteriores.

O Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne Cantareira, Alto Tietê, Cotia, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e São Lourenço, caiu 0,2 ponto percentual na última semana, de 52,8% para 52,6%. Mesmo assim, continua entre os patamares mais baixos desde a crise hídrica de 2014-2015.

A Sabesp atribui a desaceleração da queda à menor demanda em tempo frio. Em maio, foram observados 53,5 mm de chuva nos reservatórios do Cantareira, abaixo da média histórica de 72,6 mm. A estiagem persiste no Sudeste e influencia os níveis dos mananciais.

Contexto e ações regulatórias

Desde a grande crise hídrica, em 2014-2015, a Sabesp implementou ações para preservar reservas. Em 2016, a empresa passou a integrar sistemas produtores, modernizar redes e reduzir perdas. O cenário atual mantém os níveis baixos, apesar de melhorias pontuais.

Em agosto do ano passado, a Arsesp determinou a redução da pressão da água por dez horas diárias, das 19h às 5h, para preservar os reservatórios. Entre 27 de agosto e 21 de maio, a medida resultou em economia de 146 bilhões de litros.

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