- Junho marca o fim do outono e o início do inverno; o solstício ocorre em 21 de junho, às 5h24, horário de Brasília.
- O El Niño está em desenvolvimento e deve ser oficializado em junho, mas ainda está no estágio inicial e não terá grande influência no clima de junho no Brasil.
- Duas frentes frias continentais devem provocar queda acentuada de temperatura no centro-sul; a frente fria mais forte ocorre nos primeiros dias do inverno.
- A temperatura média de junho deve ficar um pouco acima da média na maior parte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste; áreas quentes incluem centro-leste de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, noroeste de Minas e interior do Nordeste.
- Em relação à chuva, o volume fica próximo da média para a maioria do país; RS próximo a ligeiramente abaixo da média; Amapá, Pará e oeste do Maranhão devem ter chuva acima da média, com áreas de instabilidade no Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, sul de Minas e Rio de Janeiro.
O mês de junho de 2026 marca o fim do outono e a entrada oficial do inverno, com o solstício ocorrendo em 21 de junho, às 5h24, no horário de Brasília. O El Niño está em desenvolvimento e pode ser confirmado durante junho, ainda em estágio inicial, sem grande influência imediata no clima do mês.
A maioria das frentes frias deve atuar de forma oceânica sobre o Sul e o Sudeste, limitando o avanço de ar frio intenso ao interior. Duas frentes frias continentais devem provocar quedas de temperatura no centro-sul, uma entre a primeira e a segunda quinzena e outra mais forte na última semana.
A previsão aponta temperaturas médias levemente acima da normal em grande parte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com áreas quentes no centro-leste de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e interior do Nordeste. No Rio de Janeiro, na Serra da Mata e no Sul de Minas, o mês pode ficar próximo à média ou um pouco abaixo.
A chuva em junho tende a seguir o padrão histórico: predomina o tempo seco em grande parte do país, com chuva concentrada no extremo norte e nas costas norte e leste do Nordeste. Frentes frias e áreas de instabilidade elevada podem manter um pouco mais de chuva em regiões do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Sul de Minas e Rio de Janeiro.
Para junho de 2026, o volume de chuva fica próximo à média em grande parte do território. Pode chover abaixo da média no extremo norte da Amazônia e em áreas da costa leste do Nordeste, com nível de precipitação menor que maio em algumas áreas. No Amapá, Pará e oeste do Maranhão, a chuva tende a ficar acima da média.
Entre as regiões, o Pantanal tende a receber mais chuva que a média, enquanto o Sul do Brasil tem chuvas abaixo ou próximas da normal para o mês. A possibilidade de geadas ocorre principalmente no RS e em áreas elevadas de SC, com maior chance no fim do mês.
O clima típico de junho aponta dias com umidade baixa no interior e massas de ar frio que podem provocar quedas de temperatura acentuadas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A costa leste do Nordeste pode receber pancadas de chuva expressivas, porém não tão fortes quanto em meses anteriores.
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