- A maioria está aberta a consultar IA sobre candidatos; 22,4% acham útil e 40,5% disseram talvez, verificando em outras fontes; 23,2% preferem fontes humanas e apenas disseram não confiar na IA para informações políticas.
- A pesquisa ouviu 2.483 pessoas de todo o Brasil, recrutadas por redes sociais, com participação maior de moradores de grandes centros urbanos e mais escolarizados.
- Também foi avaliada a capacidade de identificar conteúdos manipulados pela tecnologia, com grupos expostos a discurso original ou a versão gerada por IA.
- No grupo que viu o vídeo alterado, 45,3% reconheceram a origem, 33% consideraram original e 21,7% não souberam responder.
- Entre quem assistiu ao vídeo original, 33,9% acreditaram que havia sido criado por IA, e 40,7% reconheceram como autêntico.
Uma pesquisa do Projeto Brief revelou que a maioria dos entrevistados considera consultar uma ferramenta de inteligência artificial para obter informações sobre candidatos nas eleições. Entre os que aceitariam a consulta, 22,4% disseram que sim, ser útil como qualquer outra fonte; 40,5% responderam talvez, para verificar em outras fontes.
Ainda segundo o levantamento, 23,2% dos respondentes preferem fontes humanas, como jornalismo e debates, e não confiariam na IA para informações políticas. O estudo contou com 2.483 pessoas de todo o Brasil recrutadas por redes sociais, com viés urbano e de maior escolaridade.
Dados da amostra
A pesquisa também avaliou a capacidade de identificar conteúdos manipulados pela tecnologia. Os participantes foram divididos: um grupo assistiu a um discurso de Lula sobre regulação de redes sociais na versão original, e o outro viu uma versão gerada por IA.
Entre quem viu o vídeo alterado, 45,3% reconheceram a origem técnica, 33% consideraram o material original e 21,7% não souberam responder. Já entre os que assistiram ao vídeo original, 33,9% acreditaram que ele foi criado por IA, e 40,7% reconheceram a autenticidade.
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