- A técnica ATTA (Ablação Térmica Total Assistida) trata varizes sem necessidade de internação, com acesso por furos e uso de cateter interno.
- O procedimento é feito na clínica, o paciente entra e sai caminhando, podendo retomar atividades diárias logo após.
- Por ser minimamente invasiva, reduz o risco de trombose e exige uso de meia elástica por quatro dias.
- Pode tratar veias de maior calibre e veias safenas, com avaliação individual na primeira consulta e planejamento terapêutico definido.
- Acompanhamento inclui exames como ultrassom com Doppler, realidade aumentada e câmera termográfica; opções adequadas para jovens e idosos, incluindo pacientes de idade avançada.
A técnica ATTA (Ablação Térmica Total Assistida) vem ganhando espaço no tratamento de varizes, permitindo intervenção sem internação e com rápida retomada das atividades diárias. O médico especialista em cirurgia vascular Dr. Eduardo Barreira Roso explica que o procedimento utiliza endolaser para tratar a veia por meio de pequenos furos, sem cortes externos.
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, divulgados pela imprensa, cerca de 38% da população brasileira convive com varizes. A incidência aumenta com a idade, chegando a 70% entre pessoas com mais de 70 anos. Entre as mulheres, o problema afeta mais de 45% do público.
O ATTA é realizado na clínica, com o paciente entrando e saindo sem necessidade de internação. O tempo de recuperação costuma ser curto, e o paciente pode retornar às atividades no mesmo dia, desde que respeite as orientações de recuperação.
O médico destaca que o uso de procedimentos minimamente invasivos reduz o risco de trombose pós-operatória. A recomendação principal é a retomada precoce de caminhadas e atividades cotidianas, com uso de meia elástica por quatro dias após o tratamento.
Benefícios e abrangência da técnica
A prática pode tratar veias de maior calibre, tradicionalmente sujeitas à cirurgia convencional. Também é aplicável a veias safenas comprometidas, atendendo a diferentes perfis de pacientes, do público jovem aos idosos, inclusive registros de pacientes com até 90 anos na clínica.
A avaliação inicial envolve consulta detalhada e exames como ultrassom com Doppler, realidade aumentada e câmera termográfica. Com base nesses resultados, é elaborado um plano terapêutico personalizado, definidos já na primeira consulta.
O especialista reforça que cada caso é único, exigindo planejamento específico para otimizar resultados funcionais e estéticos. Ao longo do acompanhamento, a equipe busca tratar varizes de forma mais completa e menos invasiva, alinhada à evolução tecnológica.
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